quinta-feira, 8 de abril de 2010

1ª Feira de Vinil do RJ


Acontence nesse domingo, 11/04, lá no Cinematheque (Botafogo) a 1ª Feira de Vinil do Rio de Janeiro. No La Cumbuca tá tudo bem explicado. Participará do evento um pessoal de primeira como Gabriel Thomaz (Autoramas) e Maurício Valladares (programa Ronca Ronca) entre outros tocando os bons sons... Se não houver imprevisto, o Sono Súbito estará lá fuçando alguns discos!

O Cinematheque fica na Rua Voluntários da Pátria,53. Valeu!

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quarta-feira, 7 de abril de 2010

Sleeveface by Sono Súbito #1

Bruno com capa do disco "Coração Bobo" do Alceu Valença

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Sleeveface





Navegando pela net descobri esse movimento que tem ganho muita força ultimamente, principalmente na europa, é o Sleeveface. A brincadeira consiste em tirar uma foto utilizando uma capa de vinil para compor a imagem, tem muita tosqueira por aí mas até que tem umas maneiras.



César, vamos pensar em alguma capa mameira, poderíamos fazer algum legal hein!? Fica a idéia.

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Pequenas notícias


Repassarei algumas notícias que catei no G1 e achei pertinente dividir com vocês, nobres colegas:

- Lançamento " O pequeno livro do rock" - http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL1554692-7085,00-FRANCES+ILUSTRA+HISTORIAS+DO+ROCK+EM+HQ.html

Bourhis desenhou algumas capas históricas. (Foto: Divulgação)

Chega as livrarias essa semana o livro do quadrinista francês Hervé Bourhis, "O pequeno livro do rock", que conta em versão HQ a história do rock, estilo que comemorou recentemente 50 anos de existência. Dá pra ver um pouquinho do livro no link. Eu achei bem bacana, dependendo do preço e se o projeto gráfico for bem legal como aparenta ser, eu comprarei.

- Beck grava com Sérgio Dias dos Mutantes - http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL1556892-7085,00-BECK+REGRAVA+ALBUM+DO+INXS+AO+LADO+DO+GUITARRISTA+DOS+MUTANTES.html


Beck (gênio) está reunindo músicos e regravando alguns álbuns famosos num dia para disponibilizar no site dele ( http://www.beck.com/recordclub). Sérgio gostou muito da reunião conforme falou para o G1 e pode ser conferido no link. Assim que passar minhas provas eu catarei na net essas versões do Beck.

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terça-feira, 6 de abril de 2010

Show Guns N' Roses - Rio de Janeiro


Nove anos depois do Rock In Rio III, o Guns N' Roses retorna para sua terceira apresentação em solo carioca. A chuva que cancelou o show marcado para o dia 14 de março deixou muitos fãs angustiados, achando que não veriam sua amada banda ao vivo, mas, para nossa alegria, o show foi remarcado e aconteceu no último domingo, dia 04 de abril.


A Praça da Apoteose estava lotada, porém até ficar tão cheia demorou bastante, pois os fãs já deviam estar prevendo um longo atraso, como aconteceu nos outros shows pelo Brasil. A noite começou com chuva porém esta não se estendeu muito, felizmente.


A primeira banda a tocar foi um tal de Majestic, uma banda nacional com vocal feminino e um visual meio gótico, mistura de Evanescence com Pitty. Tocaram algumas poucas músicas, agradeceram bastante ao público e sairam.

Após um longo intervalo, Sebastian Bach subiu ao palco e fez um excelente show de abertura, empolgando a galera durante 1h30m. Confesso que não conheço as músicas do Skid Row, mas me diverti e gostei do show. Ele foi um exemplo do que é uma boa apresentação, interagindo sempre que possível com o público, se esforçando para falar várias frases em português. A galera, é claro, retribuiu, vibrando bastante. Mesmo sem a ajuda dos telões deu pra ver que Sebastian tem bastante presença de palco, girando loucamente o microfone e balançando sua cabeleira. Gostei bastante do show, mais do que o do Guns.

Foi então que as luzes se apagaram e o momento crítico começou. Tinha em mente que a espera pelo Guns ia ser longa, mas não achei que fosse ser tanto. Estava com fome, frio, sono e com a esperança de que os caras subissem no palco sem demorar demais. Era um domingo, era a última apresentação da turnê da América do Sul, e isso seria uma grata surpresa. Mas isso não aconteceu.

Com o passar do tempo, a expectativa foi dando lugar a uma certa revolta, afinal de contas não havia justificativa para deixar tanta gente esperando, a não ser capricho e arrogância de Axl Rose. Olhei ao meu redor e vi várias e várias pessoas cochilando, outras resmungando alguma coisa sobre como estariam cansadas no dia seguinte. O público ficava cada vez mais cansado, vaiava muito e gritava "Filho da puta", ao invés de chamar pela banda. Passado mais um tempo, alguns começaram a ir embora. Considerei um grande desrespeito essa demora toda e um fator negativo de repercussão da banda, pois certamente às 1:00h da matina a energia de todos não é a mesma do que às 20:30h.



Como previsto, a primeira música a ser tocada pelo Guns N' Roses foi Chinese Democracy, mas a empolgação da galera veio logo depois: Welcome To The Jungle e It's So Easy, duas músicas que sempre tiram a galera do chão. A adrenalina subiu e fiquei esperançoso de ter uma boa experiência com esse show.

Em seguida, Mr. Brownstone, e depois algumas músicas novas foram tocadas. Cabe aqui comentar que o último álbum até tem algumas músicas legalzinhas, provavelmente se tivesse sido lançado há 15 anos teria feito sucesso. Hoje em dia, pelo menos pra mim, já soa ultrapassado. O público não conhecia as letras e não acompanhou. Estávamos todos ali para curtir os clássicos.

O show prosseguia e em momento nenhum Axl Rose se dirigiu à sua audiência. Pra mim, ele não teve carisma nenhum, e acho que, por mais fanático que você seja, dá pra perceber. Finda as músicas, os aplausos eram tímidos. O público ficou indiferente a Axl Rose. A apresentação dos integrantes da banda, por mais que fosse com material interessante (por exemplo, o guitarrista fez seu solo tocando o tema de James Bond de forma bem criativa), se tornou enfadonha, e foi deixando o pessoal ainda mais entediado.

Mais um momento de empolgação veio com You Could Be Mine, botando todos para cantar juntos. Nem todos os momentos foram assim. Sweet Child O' Mine foi legal, mas não tanto quanto eu esperava. No Rock In Rio III a galera curtiu bem mais essa que talvez seja a mais famosa deles. Depois, enquanto tocava November Rain, desci para a pista (estava na arquibancada até então) para terminar de assistir próximo da saída. Ali a situação não era diferente, muita gente cansada e alguns bêbados. A última música da noite, pelo menos que eu ouvi, foi Paradise City, música que gosto muito, mas a essa hora já estava do lado de fora da Praça da Apoteose, acho que eram umas 3:30 da manhã.




Agora vamos ao que interessa: foi bom o show? Pra mim, foi meia boca. A verdade é que o Guns N' Roses não existe mais. Agora é apenas Axl Rose cercado de alguns músicos. Esses caras são bons, tocaram tudo direitinho. O mesmo já não posso dizer de Axl Rose. Sua voz característica já não "pega" tão bem e em muitos momentos ele cantava e nenhum som era emitido.

Também não entendo sua atitude para com o público. Em 2001, quando seu falido e desacreditado Guns N' Roses veio ao Rio de Janeiro, foi muito bem recebido, e teve um grande entrosamento com a platéia. Cantou mal, mas fez sucesso. Agora somos obrigados a aturar seu mau-humor.

A experiência que tive ano passado, no show do Iron Maiden, nessa mesma Praça da Apoteose, foi totalmente diferente. A cada música que tocava as pessoas exclamavam "Que foda! Do caralho!", os fãs cantavam como um enorme coro, Bruce Dickinson inspiradíssimo, como sempre, botava a galera pra vibrar ainda mais, qualidade técnica impecável e muita energia. Foi um dos melhores shows que já fui, e olha que já fui em vários shows muito legais. Não tenho como não fazer essa comparação.

Agora, com o Guns N' Roses, o povo bocejava, reclamava, e parecia não ver a hora de ir embora. Mas, como todo bom brasileiro, aguentava firme e forte, o ingresso foi caro e queriam ouvir seus adorados clássicos. Deixo claro que eu curto Guns N' Roses, gosto muito das músicas, mas estou falando isso tudo porque esse show não desceu redondo não. Uma das coisas mais tristes pra mim foi constatar que o tradicional grito da galera "Guns! And! Roses!" praticamente não existiu dessa vez.

Uma apresentação mediana somada a uma espera longa demais, esse é meu veredicto. Preferia ter pego meu dinheiro de volta. E acho que se não fosse o dinheiro, Axl Rose também não estaria ali no palco. Bem-vindo à selva, baby!


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Show Geraldo Azevedo - Teatro Rival Petrobrás

Sono Súbito bate papo com o grande músico.


Ontem (05/04) o Sono Súbito encarou forte chuva, fila de espera e segurança mau-humorado para assistir o grande músico Geraldo Azevedo que gravou o programa Palco MPB FM no Teatro Rival Petrobrás, lá na Cinelândia.

E como valeu a pena! Geraldo deu mais uma prova de seu talento ao violão deixando os presentes fascinados com sua técnica na execução de seus vários clássicos e mais algumas canções novas. Destaque para "Canta Coração", a sequência "Talismã" e "Caravana" (quase chorei) e a mais impressionante, "Bicho de Sete Cabeças" onde Geraldo mostrou porque é um virtuose com o violão empunhado: simplesmente absurda sua técnica, o dedilhado voraz, impressionante.



Geraldo falou no programa de forma muito descontraída sobre sua carreira, amizade com o Alceu Valença e outras coisas mais.

Depois do show, tivemos a oportunidade de encontrá-lo, pegar uns autógrafos, fotografar ao lado dele e conversar um pouquinho... Geraldo é muito simpático e atencioso com seus fãs, atendendo um a um sempre com um sorriso no rosto. Mostrou satisfação ao ver os encartes que eu levei de dois discos dele, o primeiro "Geraldo Azevedo" e "Inclinações Musicais". Esse último inclusive ele relatou que a gravadora queria embarrerar por não considerar um bom disco. Engano que a história fez questão de desmentir, afinal trata-se de um grande álbum com canções que se tornaram hinos do Geraldinho, inclusive sua canção mais famosa, "Dia Branco".

O programa geralmente vai ao ar às terças, mas segundo o site vai ao ar amanhã, dia 7, às 20 horas. Dá pra escutar no site da rádio: http://www.mpbfm.com.br/
ou sintonizar o aparelho em 90.3 fm.




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segunda-feira, 5 de abril de 2010

Stencil Art

Banksy é um artista de rua mundialmente conhecido. Faz trabalhos de cair o queixo com stencil nas ruas de Londres. Com obras de conteúdo social, comportamental e político, banksy mostra sua concepçãoagressiva e sarcastica sobre os fatos.
Confira aqui algumas obras, e caso goste pode visitar o site do artista para mais trabalhos.







O stencil é uma forma de arte que predomina nas ruas, para quem não sabe, é feito da seguinte forma: escolhe-se uma imagem ou ilustração, transfere para uma superficie transparente - acetato ou chapa de raio x descolorida - apos transferir, recorta-se as areas onde devem receber tinta, e entao, sobre a superficie desejada, usa-se o jet para pintar. O resultado é muito interessante. Eu particularmente sou fã de trabalhos nesse estilo.
Meu curso propôs um trabalho baseado nas obras existentes, tanto de banksy quanto de outros artistas não tão conhecidos. Peço licença para mostrar a minha criação, feita com stencil, com o tema Cenas Urbanas.


Ilustração do mendigo: Bruno Tadeu.
Da elaboração do stencil até as etapas finais no computador: Viviane Rocha

Making off

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