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terça-feira, 4 de maio de 2010

RRResenha 18 - Homem de ferro 2

No meu especial “Melhores da década”, já havia falado sobre o quanto gostei da adaptação de Homem de ferro para as telonas, por isso estava ansioso pela continuação, e ela se provou uma boa ponte para os Vingadores.

Após séculos vendo grandes desastres cinematográficos baseados em HQs (Batman 3 e 4, Quarteto fantástico de Roger Corman, Capitão América, arg!), finalmente fomos brindados com filmes que embora muitas vezes não possuam todo o poder de seus originais de papel, ainda assim são bons exemplos de cine pipoca. Mesmo com o mercado de adaptações indo bem, ainda haviam muitos problemas burocráticos e muita briga por causa dos filmes, com isso grandes heróis demoram anos pra sair do papel, é só ver o exmplo dos personagens da DC, até hoje só existem filmes de Batman e Superman, mesmo assim metade do que foi produzido sobre eles não presta, outros grandes heróis como Flash, Mulher maravilha, Lanterna Verde (esse sai ano que vem), Aquaman, entre outros, nunca tiveram oportunidade. Vendo a oportunidade de arrumar uma grana em tempos de crise no mercado de HQs, a Marvel saiu na frente com um plano audacioso: parar de vender direitos para os grandes estúdios, que levam anos para realizar um projeto e destroem muito no caminho, ou simplesmente nem lançam nada; e passou então a desenvolver por si só os projetos. Tal empreitada permite a Marvel ter um controle criativo maior, mantendo os filmes num tom mais fiel ao dos quadrinhos, além disso permite os tão esperados Crossovers, o encontro entre grandes heróis, que até hoje não aconteceu no cinema. Homem de ferro 2 é o terceiro projeto de uma grande série que começou com Homem de ferro, Hulk, e segue ano que vem com Thor, seguido de Capitão América e Vingadores.

Chega de papo, vamos ao filme!
O filme em si é muito bom, continua seguindo a linha de humor e ação do primeiro. Downey está ótimo como sempre e encarna com perfeição o playboy Tony Stark. Na verdade esse é o grande atrativo do filme, Stark/Downey (ele está mesmo atuando?) é ótimo e consegue carregar o filme nas costas, superando inclusive as cenas de ação, sem dúvidas eu assistiria um filme sobre o Stark mesmo que ele não vestisse sua armadura (nos quadrinhos isso as vezes acontece). Acredito que esse seja o principal fator do sucesso do filme, o personagem principal é muito bom, e acabamos torcendo mais por ele numa disputa contra um grande vendedor de armas, ou no meio de uma audiência com o governo americano do que em sua luta contra um bando de robôs. Mas não é só ele que está bem, o elenco do filme é ótimo e ajuda tanto no humor quanto na ação do filme, Mickey Rourke arrebenta mais uma vez, e prova que realmente não é mais humano. Temos também o ótimo Sam Rockwell como um grande vendedor de armas, e o onipresente Samuel como Fury.


Além das ótimas cenas de humor, e do ótimo elenco, as cenas de ação também são muito boas. As cenas mantém o interesse no personagem, já que ele não é um cara com cuecas por cima das calças, além disso temos também novas verões da armadura, incluindo o personagem Máquina de combate, que é responsável por uma das cenas mais engraçadas do filme (Vou explodir seu bunker com minha ex mulher). Tudo obviamente com efeitos de primeira. Destaque também para a ótima sequência da corrida, que além de ser ótima como ação ainda possui ótimas pitadas de humor.


Há também um ponto legal na montagem, onde várias cenas parecem estar sendo exibidas pela TV, dentro do contexto do filme isso ficou interessante, pena que não foi mantido mais a frente.

Pra finalizar há ainda a deixa para Os Vingadores, diferente do que acontece normalmente com as deixas de continuações, o Marvel se mantém sóbria e eficiente em seu cronograma de filmagens, tornando tudo que aparece no filme totalmente passível de credibilidade, com isso podemos esperar um grande filme daqui a dois anos com Hulk, Homem de ferro, Capitão América, Nick Fury e Thor juntos.

Um ótimo filme, particularmente prefiro o primeiro, acho mais bem amarrado, melhor esclarecido e com cenas melhores de ação, mas essa é uma continuação digna e uma ótima ponte para os novos projetos, mais um belo acerto da Marvel.

RRRR

Ah!!! Ia esquecendo, embora tenha aparecido pouco podemos acrescentar uma quinta estrela para Scarlett Johansson...

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domingo, 25 de abril de 2010

RRResenha 17 - Alice no país das maravilhas


Tim Burton está entre meus diretores favoritos. Seus filmes sempre repletos de personagens bizarros, um humor algumas vezes meio mórbido, roteiros repletos de excentricidades e um visual prá lá de obscuro quase sempre rendem filmes muito interessantes e que se destacam das mesmices que vemos todos os dias. Todos esses detalhes são não seriam nada sem grandes atores, mas por sorte (na verdade sorte nossa) Burton conta com a contribuição de Johnny Depp, um dos melhores atores da atualidade, numa parceria que já rendeu nada menos que sete filmes, incluindo aí dois filmes geniais (Edward e Ed Wood).

Quando anunciaram que Burton tinha sido contratado para fazer sua versão de Alice no país das Maravilhas, com Depp como chapeleiro louco, e tudo isso em 3D, eu fiquei extremamente empolgado. Alice é uma história insana e psicodélica, onde nada além da loucura está presente ao longo da história, e nada melhor que um diretor conhecido por sua visão excêntrica do mundo e de um ator especialista em papeis bizarros para trazer as telas uma nova verão do clássico, tinha tudo para ser o filme do ano. Mas não foi bem assim.

O filme é na verdade uma espécie de continuação da história, passada 13 anos depois de Alice ter visitado o país das Maravilhas. Agora tudo está em ruínas devido à tirania da Rainha Vermelha, e somente Alice pode tentar consertar as coisas.

O filme tem um visual incrível, bem Burtoniuano, com personagens, cenários figurinos e cores prá lá de extravagantes, o que é perfeito para o material que ele tem em mãos, e eu em 3D ficou bem interessante.

As atuação também são boas, tanto por parte do elenco “real”, com Depp bem como sempre (embora na versão dublada seja duro de aturar), a Rainha Vermelha, interpretada pela esposa de Burton, Helena Carter também está ótima, e a jovem Mia Wasikowska dá a força necessária para a crescida Alice, mas como sempre elenco não é um problema. Já o elenco digital consegue até superar o normal, temos o ótimo Gato que rouba algumas cenas e particularmente gostei muito dos coelhos, principalmente o louco.

Tudo ia bem, mas o que torna o filme um grande diferencial do original torna-o também um filme abaixo do esperado. A verdade é que a história de Alice é simplesmente uma sucessão de eventos onde Alice encontra personagens completamente insanos e passa por situação igualmente sem sentido, não existe uma verdadeira história por trás disso, e foi o que Burton tentou mudar. Ele tentou criar um real objetivo para os personagens e uma linha de ação a ser seguida, um real propósito para Alice estar lá e uma ordem linear e “lógica” para o enredo. Isso pra mim foi um grande atrativo, pois acho a história original um pouco sem graça, devido a sua total falta de sentido, mas infelizmente o caminho tomado por Burton acabou por deixar o filme com uma cara de Nárnia, o que com certeza influiu negativamente em minha avaliação.

Na verdade o filme diverte, e não é uma perda total, tornando-se uma boa aventura para a família, com um visual muito legal e uma boa dose de humor, mas está longe de atingir todo o potencial que eu acreditava que poderia ter alcançado, embora eu me pergunte se realmente alguém conseguiria extrair alguma coisa mais concreta daquele material sem pé nem cabeça do que Burton. Infelizmente esperava mais.

RRR

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RRResenha 16 - A Estrada


Depois do fraco “O livro de Eli”, chega aos cinemas mais um filme passado em um mundo pós apocalíptico, e embora ele possua muitos pontos positivos, o filme não consegue ser mais do que mediano.

No filme, Viggo Mortisen, o Aragorn da trilogia do anel (nossa como ele ta velho!!!) parte numa jornada em busca de melhores condições para criar seu filho em meio a um mundo devastado e sem muitas chances de sobrevivência.

A primeira coisa que chama a atenção nesse filme é o visual. O filme tem uma excelente direção de arte, fazendo com que os cenários realmente pareçam ter perecido após anos de falta de manutenção e saques. Os figurinos também são ótimos, todos parecem na verdade mendigos de Nova York, esqueça aqueles visuais meio punks ou com roupas customizadas, aqui é casacão sujo, meia encardida e sapato furado mesmo (tem até carrinho de supermercado), o que confere um dos visuais mais verossímeis que já vi em um filme desse tipo. Tudo isso ainda leva um banho de cinza devido a fotografia extremamente sem cor do filme, deixando realmente um visual de total falta de esperança.

Depois dos quesitos estéticos, vamos ao roteiro. Diferente da maioria dos filmes desse estilo que primam pelo terror (Extermínio) ou ação (Eu sou a lenda, Mad Max 2), este filme traz um elemento pouco tradicional: o drama. Todas as inquietações do personagem que tenta manter a dignidade de sua existência, e principalmente a de seu filho, que para ele é uma dádiva divina, nos atormentam tanto quanto ele. A todo momento vemos seu sofrimento em busca de comida e fugindo de outros sobreviventes, ou então assistimos a mais um doloroso flashback sobre os primeiros anos pós apocalipse. Infelizmente todos esses elementos acabam se tornando repetitivos e cansativos, culminando com um final muito fraco que não combina com o restante do filme.

Uma outra coisa legal foi trabalhar bem a questão da falta de alimento, um elemento que não é utilizado com tanta freqüência, aqui as pessoas tornan se canibais, o que proporciona algumas cenas bem interessantes.

Mesmo com todos esses elementos o filme peca justamente em ficar só nisso. A ação e o suspense são pontuais, deixando o filme muito lento, e em contrapartida a parte dos conflitos psicológicos não é trabalhada suficientemente bem para segurar os longos momentos de lentidão. Com esses aspectos negativos o filme que poderia ser um bom exemplar do gênero acaba se tornando mais um, mas mesmo assim vale ser conferido.

RRR

Obs: Num ponto o filme tem mérito, me fez pensar no que move uma pessoa que encontra-se nessa situação, num mundo realmente perdido, onde não há mais nada, literalmente, a não ser o mais básico instinto de sobrevivência, o que faria alguém continuar tentando viver, ainda mais de uma maneira o mais próxima da humanidade possível, realmente não vejo um motivo, nem mesmo a simples vontade de estar vivo.

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sexta-feira, 23 de abril de 2010

RRResenha - 16 - Mary e Max


Ano passado eu assisti ao curta Harvie Krumpet, um interessante filme que narra a simplória mas estranha vida do personagem que dá nome ao filme. Semana passada fui conferir Mary e Max, o longa dirigido por Adam Elliot, o mesmo de Harvie, e foi bastante interessante.

Primeiramente, no Brasil existe uma total falta de conhecimento dos funcionários dos cinemas a respeito do que está passando e também uma total falta de noção das pessoas ao achar que todas as animações são para crianças. Resultado: todos os pais que levaram seus filhinhos para assistir ao filme saíram antes da metade. Mas acabaram perdendo um filmão.

O filme narra a história de Mary, uma menina australiana que não possui nenhum amigo e resolve mandar uma carta aleatoriamente para os EUA, quem recebe é Max, um homem com problemas mentais que mora em Nova York, e é dessa estranha ação que surge uma grande amizade.

Como seu curta, alguns pontos estão presentes em seu filme, e são justamente esses pontos que tornam o filme tão interessante. Primeiramente o filme é quase todo narrado, somente em alguns momentos os personagens tem suas vozes ouvidas, mas em geral essas vozes são seus pensamentos, esse elemento narrativo deixa o filme como uma espécie de documentário sobre as singularidades da vida humana. Outro dos bons aspectos do filme é a estranheza dos personagens, eles tem vidas comuns, mas muito estranhas, vários fatos e situações bizarras acontecem mas no geral elas são até aceitáveis. O humor do filme vem justamente desses eventos bizarros, levando nos a rir principalmente do sofrimento dos personagens. Temas como alcoolismo, doenças mentais, homossexualismo, morte e etc são usados para a composição desse estranho cenário de humor negro.

Ainda há um ponto a destacar, a estética dos bonecos por si só é bem interessante e cômica, só de olhar para alguns deles já começamos a achar graça. O diretor usa com habilidade também a paleta de cores, mostrando a Austrália como um pais quente e alaranjado e Nova York como cinza e sem e fria. Com isso ele acrescenta aos poucos um pouco de cor à vida de Max, para mostrar como é importante a amizade com Mary.

Um ótimo filme, que irá brigar na minha lista de fim de ano, imperdível. Ah, vale conferir o curta, tem no youtube com legendas, divirta-se.


RRRR

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RRResenha - 15 - especial de abril

Oi, depois de uma pausa por falta de tempo estou de volta, como deixei muita coisa pendente, estarei escrevendo logo um especial com rápidas considerações sobre as últimas estréias.

Dupla implacável


John Travolta mostra mais uma vez que é um bom ator para filmes de ação. Repetindo sua dose de insanidade presente em “A outra face”, e mais uma vez com um visual pra lá de excêntrico como em “Seqüestro do metrô 123”, Travolta carrega o filme nas costas como um agente pouco ortodoxo que viaja para paris a fim de desmantelar uma célula terrorista. O filme conta com alguns toques de humor e cenas de ação muito boas, mas o roteiro é muito ruim, isso por que o filme não tem nexo e a estrutura do enredo é cheia de falhas e incoerências, pra piorar também temos o outro integrante da “dupla implacável”, o ator Jonathan Rhys, que é muito fraquinho. Apesar de todos os problemas o filme diverte, lógico que só por causa de Travolta, e acaba não sendo tão ruim se você não se preocupar em achar uma lógica na história. O mais curioso é o título, o original é horrível “From Paris with Love”, e o nacional não tem nexo já que o outro cara é um mané.

RRR

Uma noite fora de série
(esse braço não está desproporcional?)

O que esperar de Tina Fey e Steve Carell, os dois queridinhos da comédia juntos como um casal em busca de reacender o casamento, provavelmente um filme muito bom, mas não é bem por aí. Pra começar o filme é dirigido pelo fraco Shawn Levy, responsável por “Uma noite no museu”, sua interferência mais direta está na escolha de filmar com câmera digital, o que deixou a fotografia muito feia, em alguns momentos, principalmente nos de ação, a imagem fica horrível.

Mesmo contando com uma ótima dupla, o filme peca em não aproveitar o potencial dos dois, utilizando de um conceito já conhecido e de piadas já batidas. Particularmente ri somente em duas ou três cenas, e não foi nada que me deixasse com a barriga doendo. Um filme que poderia ter sido bem interessante mas acabou sendo mais um, como não foi uma perda total leva uma conceituação mediana.

RRR

Caso 39

Confesso que quando ví o trailler desse filme não dei nada por ele, fui assistir esperando mais uma porcaria como a maioria dos filmes de terror atuais, mas até que gostei do filme. No filme, Renée Zellweger interpreta uma assistente social que fica encarregada do caso de uma garotinha que supostamente é maltratada pelos pais, em decorrência disso ela acaba assumindo provisoriamente a guarda da criança. Atualmente os traillers tem sido muito longos, entregando muito do filme, as vezes tudo, e esse é mais um caso, se a prévia não tivesse sido tão longa o filme teria sido muito mais interessante, mas mesmo assim ele ainda valeu ser assistido.
A trama tem uma boa fluidez, vai ganhando força aos poucos e te mantém em dúvida do que está acontecendo, infelizmente essas dúvidas seriam maiores sem o trailler. No geral a historia é boa, as cenas não chegam a dar medo em si, mas tirando uns 3 sustos por ruídos, coisas que em filmes desse gênero normalmente são utilizados umas 10 vezes mais, até que é possível ficar com um certo receio dos acontecimentos. A cena da vespa por exemplo é bem angustiante.

As atuações também ajudam, Renée está bem e convence no papel, embora esteja extremamente assustadora, em alguns momentos seu rosto se deforma demais, seja por um choro ou simplesmente por um sorriso, dá lhe botox!!!! A obscura Jodelle Ferland, a garotinha de Silent Hill consegue se passar por uma menina de 12 anos mesmo tendo 16 e convence em mais um filme de terror.

Com um bom roteiro e uma boa fluidez esse filme foi um dos mais interessantes do gênero nos últimos meses, vale à pena.

RRR

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domingo, 11 de abril de 2010

Click - 9


Mais uma de Porto seguro

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RRResenha 14 - Como treinar seu dragão - ou - Como acabar com o ogro parte 1


Essa resenha chega com um pouco de atraso mas finalmente tenho tempo e cabeça pra escrever.

Depois de assistir ao trailler desse filme umas 200 vezes, estava até desanimado com o filme imaginando ser mais um daqueles filmes sem graça de animação nessa atual corrida que vem rendendo coisas horríveis. A Dreamworks, já tinha nos trazido bons filmes como Shrek (estão doidos pra acabar de vez com o personagem), Kung Fu Panda e Os sem floresta, e dessa vez baseia sua história num livro infantil. Nessa disputa pelo público, a Dreamworks sai perdendo feio pra Pixar (na verdade todas saem, a Dream é a que se sai melhor) que sempre nos traz histórias originais e criativas, com personagens únicos e inesquecíveis, já a Dreamworks trabalha com conceitos já estabelecidos e conhecidos, as piadas e situações são boas mas geralmente são só recicladas, as personagens são boas, mas nem sempre tão bem construídas assim. De qualquer forma, a Dreamworks seria a segunda força no lançamento de animações, e nos traz um bom filme, na verdade melhor do que os anteriores dessa vez.

No filme, um jovem Viking, totalmente fora dos padrões quer provar para toda sua aldeia que pode ser um ótimo guerreiro, para isso ele deve fazer o que todos esperam de um viking: matar dragões. Nessa tentativa de auto afirmação juvenil, ele acaba estabelecendo uma improvável amizade com um raro dragão, e com o tempo começa a observar que os dragões podem não ser realmente a ameaça que todos imaginam.

A trama não traz nada de novo, o rumo da história é bem esperado e previsível, assim como nos últimos filmes do estúdio, mas nesse a construção do desenrolar da história combinada com ótimas cenas de humor e personagens cativantes acabam por criar um filme bastante interessante, que acabam conquistando o expectador e fazendo com que troçamos para o sucesso dos personagens mesmo quando temos certeza de que não haverá sucesso naquela ação. As sequencias das conversas entre pai e filho e o treinamento ao ótimas e o dragão, que embora pareça um pokemóm rapidamente nos conquista.

Outro aspecto que devo ressaltar é a qualidade da animação. As texturas do filme são incríveis, tudo parece bastante real, principalmente as roupas e barbas dos vikings, em alguns deles é possível observar pelos nos braços e sinais na pele, mas nem por isso você deixa de acreditar que aquilo é um desenho, o que é ótimo, pois mantemos a aparência estilizada mas com o máximo de detalhes reais.

Um ótimo filme que deve ser assistido em 3D, superando e muito minhas expectativas, e provavelmente a segunda melhor animação do ano (vai perder pro Toy Story 3) mas vai ser muito superior ao Shrek 4 que irá enterrar de vez o Ogro.

RRRR

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quinta-feira, 8 de abril de 2010

Cartazes africanos

Antigamente os cartazes de filmes costumavam ser desenhados, e cada país tinha uma certa liberdade para criar em cima do filme, na África isso gerou algumas pérolas:









Prometo que amanhã faço um post sério, é que ando cansado demais pra elaborar um texto decente.

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quarta-feira, 7 de abril de 2010

Sleeveface





Navegando pela net descobri esse movimento que tem ganho muita força ultimamente, principalmente na europa, é o Sleeveface. A brincadeira consiste em tirar uma foto utilizando uma capa de vinil para compor a imagem, tem muita tosqueira por aí mas até que tem umas maneiras.



César, vamos pensar em alguma capa mameira, poderíamos fazer algum legal hein!? Fica a idéia.

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sexta-feira, 2 de abril de 2010

Post extra - Disney: momentos de crise

Esse vídeo sensacional mostra que até a Disney já passou por cirses de criatividade (passa até hoje :( ). Imperdível!

http://www.youtube.com/watch?v=vh84g8rC2oA&feature=player_embedded

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Biblioteca 1 - Jurassic Park (Michael Crichton)


Estou criando aqui um novo tópico onde irei postar comentários sobre o que eu tiver acabado de ler. Atualmente tenho lido bastante, um hábito que surgiu no fim da faculdade quando descobri que era um ótimo passatempo na condução. Com o passar dos anos deixou de ser um passatempo e se tornou um ritual obrigatório, já que passei a ler somente quando estou na rua, em decorrência disso, é possível me ver andando num shopping com um livro embaixo do braço, para o momento que eu for voltar pra casa, cada minuto sem fazer nada é motivo para ler (filas, esperando alguém, lanchando, etc). Com o tempo as técnicas foram se aprimorando, e hoje leio até em pé em ônibus. Enfim, fiquei viciado.

Depois de tanto escrever sobre filmes, pensei que seria legal escrever sobre um livro, e acabei gostando da idéia, sendo esse meu maior post até hoje. Tudo bem que o tema favoreceu, mas realmente fiquei satisfeito com o resultado, bom depois de 1:30 escrevendo nem sei se está realmente bom. Espero que fiquem satisfeitos com minha estréia , e aguardem pelo próximo, atualmente estou lendo o primeiro volume da trilogia sueca “Millenniun”, que está sendo adaptada e será dirigido por David Fincher.

Alguns anos atrás descobri que o filme Jurassic Park tinha sido baseado num livro, na época achei interessante mas não dei muita bola. Atualmente leio uma média de 20 livros por anos, portanto os livros se tornaram algo valioso, com isso a busca por novos escritores começou, e me lembrei que seria bom ler um autor presumivelmente competente e autor de coisas interessantes, mesmo que a maioria de seus livros adaptados não sejam grande coisa (como Congo por exemplo). Isso nos leva a uma outra questão: Hollywood em sua sede por material, sempre adaptou a literatura, infelizmente isso tem uma margem de erro de uns 50%. Antes, eu preferia nem ler o livro após um filme ruim, mas hoje, lendo os originais antes de assistir o filme comprovei que na verdade 90% os livros são muito melhores que os filmes, mesmo que esses sejam ótimas adaptações (como a série Harry Potter). Vale comentar aqui um filme que é fraquíssimo e possui um livro tão ruim ou até pior: Hannibal; o livro é ruim demais, conseguindo encerrar a trilogia pior do que o filme, e olha que o filme é muito fraco.

Voltando ao JP, encontrei o livro num sebo, com capa dura e em ótimo estado, por apenas R$7,00, ele permaneceu em minha prateleira por um bom tempo, aguardando por uma oportunidade em meio a livros novinhos que vinham chegando pelo correio.Duas semanas atrás a vez dele surgiu por acaso, e logo na introdução o autor Michael Crichton mostrou o por que de sua fama, o livro é incrível!

Voltando a Hollywood...
Em 1990 é lançado o livro Jurassic Park, 3 anos depois o genial (pode sacanear Mister M!) Steven Spielberg lança uma das aventuras mais mágicas do cinema (provavelmente a melhor da década de 90, espero comentários negativos M), sua versão do livro para as telas se torna um sucesso mundial, as filas para assistir eram imensas (eu peguei uma fila de 3 horas no São Luiz, numa das raras ocasiões que meu pai me levou ao cinema), tanto que até hoje ainda é a 13º maior bilheteria da história (tendo em sua frente quase que totalmente filmes dos anos 2000), os efeitos foram um verdadeiro marco e até hoje impressionam. Realmente o filme é primoroso e ao abrir o livro esperava ver uma transcrição quase literal do que havia ali, assim como À espera de um milagre (que é absurdamente fiel). Ao fim do livro temos grande satisfação de saber que duas pessoas geniais produziram obras memoráveis sobre a mesma história, mas cada uma explorando ao máximo as potencialidades de sua mídia (ou arte).

Steven Spielberg, que na época estava em plena forma, nos apresenta um filme único. Ele usa de um comentário feito pelo próprio autor em uma passagem do livro, quando ele diz que “as crianças amam dinossauros”. Spielberg capta essa idéia e revela ao mundo que TODOS, amamos dinossauros. À partir daí ele cria um ambiente único de aventura e ficção onde aqueles monstros parecem realmente existir, inclusive transformando adultos em crianças. O filme é antológico, até hoje é impossível esquecer cenas como o copo tremendo com os passos do T-Rex, o suspense e a ação andam lado a lado nos alimentando aos poucos da fome de carne de réptil (ou ave, já que os dinossauros são parentes das aves), introduzindo meticulosamente os dinossauros no filme, primeiro um bebê, depois um Triceratops deitado, até finalmente um T-Rex gigantesco, o primeiro a aparecer em sua magnitude.

Tudo isso embalado por uma trilha sonora sensacional, composta por mais um gênio chamado John Willians (um carinha que compôs umas trilhas sem expressão como Indiana Jones, Star Wars, E.T., Tubarão, Superman e mais uns 100 filmes e seriados), enfim, ele conseguiu sugar exatamente o que Hollywood e o público queriam e fez isso com maestria.



Já o livro segue por um caminho totalmente diferente. Ler sobre dinossauros não é nada comparado com ver um dinossauro correndo atrás de um paleontólogo e duas crianças, e na verdade essa não é a proposta do livro, na verdade os dinossauros são somente coadjuvantes nesse maravilhoso exercício de reflexão criado pelo autor. Michael Crichton era formado em medicina pela Harvard Medical School, e seus livros são conhecidos por conter ação, suspense e muitos detalhes técnicos sobre medicina e tecnologia, sendo conhecidos como Techno triller. Nessa obra, Crichton usa a idéia do parque habitado por dinossauros para desenvolver uma reflexão sobre temas que estavam começando a se tornar populares em discussões na época, mas que hoje são amplamente discutidos (vale aqui que estou supondo essa teoria, realmente não consigo ver na realidade da década de 80 no Brasil o tema genética sendo anunciado e debatido no Jornal Nacional): a teoria do caos, os avanços tecnológicos e a ética e o controle do avanço da engenharia genética.

A abordagem do livro abocanha o leitor pela jugular e o mantém sedento por novos debates e ponderações o tempo todo, tanto que para mim o grande personagem do livro não é o doutor Alan Grant (Sam Neill), que no livro está mais para Indiana Jones, muito menos o T-Rex (esse é o ator principal no filme), mas sim o matemático Ian Malcon (que no filme foi interpretado por Jeff Goldblum, um mero coadjuvante sem importância que nnguém nem lembra), no livro ele é a grande mente que irá refletir e nos apresentar todas as suas teorias acerca do parque, com isso ele consegue criar uma expectativa no leitor que espera avidamente por uma nova aparição do personagem. Além da parte Techno, a parte triller também é ótima, sendo muito bem conduzida, com ótimas sequências de ação (algumas estão no segundo filme(?), e outras nem sequer foram usadas) e suspense, mostrando-se muito mais violento e sanguinário que no filme.

A história desde o início é a mesma, mas é diferente a todo momento. Não é simplesmente como um upgrade de informações, é na verdade todo um novo rumo e acontecimentos diferentes na mesma história, estamos no mesmo parque, mas em universos paralelos. A conclusão da saga também é bem diferente, sendo a parte mais distinta entre as duas obras, o que me faz pensar no controverso filme Jurassic Park 2, que supostamente foi dirigido por telefone e foi lançado no mesmo ano em, que a continuação do livro saiu; em conclusões tão diferentes, e com cenas do primeiro livro usadas no segundo filme, que mistérios serão descobertos no livro O Mundo perdido? Assim que souber deixo meu parecer, embora esteja para traz na fila de espera.

Enfim, duas obras excelente, uma é um ótimo livro, que já me fez comprar mais dois do autor, o outro é simplesmente um dos meus filmes favoritos, um ótimo exemplo de que é possível se fazer um ótimo trabalho de adaptação cinematográfica, explorando as potencialidades de uma obra, sem descaracterizar ou até mesmo destruir suas chances num mundo que cada vez lê menos.

2 x RRRRR

tomara que alguém tenha paciência de ler tudo isso...
(Rodrigo às 00:49 depois de quase 2 horas escrevendo)

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quarta-feira, 31 de março de 2010

RRResenha 13 - A caixa - ou - como desperdiçar uma ótima idéia


Há muito vejo o trailer desse filme e estava me irritando com os adiamentos contínuos, afinal a premissa era boa (embora isso não queira dizer nada), e o diretor Richard Kelly foi o responsável pelo ótimo Donnie Darko (que dizer menos ainda), enfim, fui ao cinema!

O filme começa bem, indo direto ao assunto: um casal recebe uma caixa, dentro tem um aparelho com um botão e um cartão. A ótima fotografia que nos remete ao passado e a trilha que também é muito boa vão ajudando a compor o filme. Em seguida surge um homem que explica que se ela apertar o botão alguém que ela não conhece irá morrer e ela receberá um milhão de dólares. A partir daí o filme esquenta e melhora. A série de acontecimentos e a sequencia de montagem paralela é muito boa.

A trama continua indo bem, tudo vai ficando complicado e confuso, tudo é estranho, bizarro e misterioso, até aí meu filme era um quatro Rs indo pra cinco, mas então o filme toma um caminho que embora seja o meu preferido em muitos casos, nesse me pareceu um erro tremendo: resolveu começar a explicar as coisas.

Algumas coisas eram interessantes e convenciam, mas outras colocaram o filme pra baixo, a cena dos três portais matou um R na hora. O filme então começou a se alongar tentando nos explicar algo que era muito melhor quando misterioso, como uma bela teoria de conspiração. O final foi demorando, demorando e o filme foi perdendo muito, o que acabou me cansando.

Infelizmente um filme que tinha tudo para ser ótimo, e até foi por 1h, depois ficou pra lá de comum, nem a beleza (que já está se gastando) de Cameron Diaz conseguiu segurar a nota, uma pena.

RRR

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terça-feira, 30 de março de 2010

Click - 8


Tenho muita coisa pra escrever, mas hoje o sono fala mais alto, amanhã posto algumas coisas.

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segunda-feira, 29 de março de 2010

Especial - Top 2000 - Livros, maconha, sexo, guerra e bizarrices, tem de tudo nesse post!

Mas um gênero que adoro! Na verdade acho que esse é o gênero com mais filmes na minha coleção (muitos deles altamente reprovados pelo Mister M). Nessa lista estão todos os grandes atores de comédia da década: Will Farrel, Sacha Baron Cohen, Jim Carrey, Jack Black, Ben Stiller, Seth Rogen, Vamos aos melhores da década.



Mais estranho que a ficção


Particularmente sou fã de Will Farrel. O cara só faz filme tosco, seus personagens são quase sempre burros (ou levemente idiotas), tem ataques, gritam e tem o habito de gostarem de correr nus ou de cueca. Nesse filme, um dos poucos que ele não está em seu nicho, ele interpreta um homem comum, com uma vida monótona, até que um dia todos os fatos de sua vida começam a ser narrados em sua cabeça, esse fato irá alterar profundamente seu modo de agir e de ver a vida.

Uma ótima atuação de Farrel e um roteiro muito legal nessa comédia acima da media.


Borat


Nesse “falso documentário verdadeiro”, o ator Sacha interpreta um repórter do Kazaquistão em ação nos EUA, com essa desculpa ele consegue verdadeiras pérolas visuais e declarações extremamente polêmicas de seus entrevistados. Hilário!


Segurando as pontas


O ótimo Seth Rogen, que tem se destacado muito nesses últimos anos, é o protagonista dessa comédia. Aqui Rogen interpreta um rapaz usuário de maconha que presencia um crime e passa a ser perseguido pelo crime organizado da cidade. Junto de James Franco (que está ótimo), eles tentam fugir dos bandidos. Eles passam o filme inteiro altos, mas a inocência dos personagens e o desespero acabam criando cenas absurdas. Mas o destaque mesmo são pras cenas de ação, imagine os caras doidões, que não sabem lutar nem atirar se degladiando com os bandidos.



Trovão tropical


Três ótimos atores tirando sarro de Hollywood. Aqui vale zoar com as vidas dos artistas, os gêneros de filmes, produtores, diretores, tudo! O filme é tão bom que levou uma indicação a melhor ator coadjuvante para Robert Downey Jr. Não tenho nem muiot o que falar, assista!


Eu, eu mesmo e Irene



Os irmos Farelly no auge da sua forma (pra mim o melhor de suas carreiras) com Jim Carrey em uma de suas melhores performances . Um filme com uma história insana, com piadas a cada 10s. Baixaria, racismo, mutilações, dupla personalidade, enfim p ´pliticamente incorreto impera nesse filme.



Iria fazer umas resenhas, mas estou tão poco inspirado pra escrever que nem vou me arriscar hoje (acho que foi o calor), além disso meu mouse está horrível e essa droga do editor do blog está louco.

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Click 7 - Post triplo!

Belo fim da tarde de hoje

A lua hoje às 18h, sem retoques na computador
Não é tão bonito quanto ao vivo, mas vale a curiosidade de ver algumas constelações

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sábado, 27 de março de 2010

Click - 6


Cristais, tirada em Porto Alegre

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Gibiteria - 1

Como grande fã e colecionador de quadrinhos (além de muitas outras coisas), acho que está na hora de começar a escrever sobre eles.

Infelizmente, os quadrinhos são vistos de forma preconceituosa pela maioria das pessoas, que acham que HQs são coisas para crianças, isso é uma meia verdade. Atualmente as Hqs publicadas no Brasil possuem ótimas opções para todos os públicos, literalmente. Devemos observar também que assim como obras de literatura, existem grandes escritores que possuem inúmeras obras em quadrinhos, como Neil Gaiman e Stephen King. Outra coisa a ser levada em conta é a arte empregada nesses exemplares, existem verdadeiros artistas ilustrando essas revistas, e por isso as Hqs receberam o título de "Nona arte".

Voltando ao princípio. Usarei esse espaço para comentar o que eu tiver acabado de ler. Atualmente tenho comprado quadrinhos encadernados, parei com os normais de bancas de super herois, estão muito caros e precisam ser comprados todos os meses por séculos. Os encadernados são caros mas resolvem tudo em si mesmos, além de trazer somente coisas realmente boas. O preço é salgado, variando de R$16 até R$150, e quem não é colecionador não vai querer pagar, mas se você realmente se interessar é possível baixar na net, e se realmente você achar que vale à pena, você pode comprar e botar na sua estante (eu sempre compro).

Enquanto não escrevo nenhum comentário fique com uma ótima tira.

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Saga Guns - Parte 3 (final?)

Após retirar os óculos, Achilles foi cheio de atitude falar com os caras. Eu concordava com ele, mas tinha uma grande preocupação em mente: caso os caras resolvessem arrumar confusão, existia a possibilidade de não vermos o show, e tinha gasto muita grana e muito tempo, faltando poucas horas para o show e eu iria jogar tudo fora por que eu entraria atrás de 2 caras, sendo que a fila era gigante. Resolvi tentar acalmar o cara que estava quase partindo pra cima deles, mas no fim eles foram pra trás da gente. Passados alguns minutos o telefone de um deles toca e eles entram mais na frente onde tem alguns amigos esperando, no fim deu na mesma.

Após uma hora e meia, finalmente entramos na parte da revista. Diferente do Rio, que não podemos entrar nem com um 7 belo, lá entrei com um sanduíche do Subway, mas encrencaram com o Alf, só por que ele tinha umas correntes e tal. O Alf acabou subornando um segurança, e após os problemas resolvidos finalmente entramos no local do show, um amplo estacionamento com arquibancadas montadas do lado esquerdo e um mega palco com cinco telões. Isso aconteceu por volta das 21:30h

O show estava marcado para as 21h, o tempo foi passando, o palco continuava sendo arrumado, e em determinado momento tinha 3 baterias!!!! As horas passaram e nada ocorreu. Os boatos começaram a surgir e graças a todo aparato tecnológico levado por Achilles, começamos a fuçar a net. Descobrimos que no RJ a chuva castigava e que supostamente eles teriam fretado um voo e saído de lá umas 22h! Porra, o show era as 21h e eles saem de outro estado 1h depois!

23:30h
Surge no palco a banda Rosa tatuada (que nome), eles tocam três músicas ao som de vaias e vão embora. Mais uma vez silêncio.

00:00h
Sobe ao palco Sebastian Bach. Juro que tive a impressão que muitos acharam que era o Guns, muita gente gritou como desesperados mas depois o volume baixou. Ele deu uma arranhada no português, cantou umas músicas antigas e alguma coisa nova. O público gostou, mas ficou bom mesmo no fim com “I remember you”. A todo foram umas dez músicas, depois mais um momento de apreensão.

O tempo passava, estávamos sentados no chão após um dia inteiro na rua, já faziam 19h que estávamos acordados, o palco com alguns técnicos e nada mais. Até que finalmente as 1:40 da manhã, com quase 5 horas de atraso, sobe ao palco o Guns N’ Roses.

O show começa com a música nova, “Chinese democracy”, o público mal ouve, ainda está anestesiado e gritando. Sem tempo para respirarmos ele incendeia o palco (literalmente) com “Welcome to the jungle”, não preciso dizer que após 20h em pé, e pular como um louco nessa música eu quase rompi meu tendão de Aquiles (esse com qu mesmo).

A voz do Axl não é a mesma de antes, mas ele ainda consegue segurar o show e soltar alguns daqueles agudos famosos, além disso a banda é muito boa. Muito se discute que o Guns não tem graça sem o Slash e eu discordo profundamente. O Slash é genial sim, e toda sua criatividade vão fazer falta na composição de novas melodias, isso é fato, mas eu não estou nem aí para novas melodias! Esse cd levou mais de 10 anos pra sair, um novo cd provavelmente nunca sairá, mas eu não estou interessado nisso, eu quero ouvir os grandes clássicos, e por mais genial que Slash tenha sido, os novos guitarristas sã muito bons e conseguem repetir os feitos do antecessor.

O show vira um verdadeiro passeio nostálgico com os antigos clássicos (a maioria do disco Appetite), alternando com mais algumas novas (umas cinco no total). Com alguns intervalos para troca de roupa e provavelmente para fazer algumas coisas que não convém se discutir nesse blog, sempre segurados por solos de guitarra ou piano (estão aí a trilha de Missão impossível e A pantera cor de rosa), o show vai seguindo muito bem. Nessa altura já estava com a stamina em -57, mas ainda havia o biss, com “Patience” e “Paradise City”, show!!!!

Sem tempo de pensar partimos do local do show para ir ao aeroporto, nosso voo saia em duas horas e meia e não sabíamos ao certo o quão longe estávamos. No fim, tudo correu bem. Confesso que a única coisa que ví durante a volta foi a aeromoça me trazendo o lanche, fora isso não ví mais nada!

Foi caro, muuuuito cansativo, mas valeu muito a pena, e dia 4 estarei lá vendo eles de novo.

Guns N’ Roses!!!!
Guns N’ Roses!!!!
Guns N’ Roses!!!!
Guns N’ Roses!!!!

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quarta-feira, 24 de março de 2010

EXTRA!!!!! Maluf na lista da interpol

Sei que não tem nada a ver com nosso blog, tanto que se quiserem excluir podem mandar ver, mas achei hilária essa: Maluf está na lista de procurados pela Interpol, http://www.interpol.int/public/data/wanted/notices/data/2009/08/2009_13608.asp , isso quer dizer que se ele sair do país ele será imediatamente preso!
A interpol prenderia o Maluf em qualquer um dos 188 países nos quais tem representatividade, existem portanto 7 países que poderiam ser destinos tranquilos para o nosso político mais honesto. Já existe na nternet a campanha Viaja Maluf, hahahhaha.

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terça-feira, 23 de março de 2010

Click - 5


Porto seguro

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