
é hoje!! chegou o dia !
posterzinho bacana de divulgação. Meio clichê mas bacana!
domingo, 14 de março de 2010
Guns'n Roses Rio de janeiro 2010
sábado, 13 de março de 2010
Imagens Tipográficas

Um dos estilos de design que mais gosto são as imagens que são geradas utilizando somente tipografia de forma bem criativa e surpreendente. Acho sensacional e trouxe uma seleção das melhores imagens aqui pro blog para compartilhar com vocês esse fantástico mundo das fontes! Apreciem!







quinta-feira, 11 de março de 2010
LISTA 21

Mais listas... dessa vez não foi culpa minha... fui incentivado por um certo colaborador deste blog... vamos lá... 21 discos essencias para mim pelos motivos mais subjetivos que vocês possam imaginar:
obs.: ordem cronológica.
Revolver (The Beatles) - 1966:
Hoje, é o disco dos Beatles que mais gosto de escutar. Um experimentalismo que em certos momentos me arrepia mais que o Sgt. Peppers. "Tomorrow Never Knows" com guitarras reproduzidas de trás pra frente fecha o disco e você com certeza não está no mesmo lugar.
Pet Sounds (The Beach Boys) - 1966:
Talvez o disco com as melhores melodias que já ouvi... tudo muito moderno, experimental, uma áurea onírica, até Beatles beberam nessa fonte...
Sgt. Pepper's Lonely Heart Club Band (The Beatles) - 1967:
Talvez o segundo disco com as melhores melodias que já ouvi... hehehe eleva o rock a níveis de experimentalismo nunca vistos... imponente desde a faixa que abre o disco, "Sgt. Pepper's Lonely Heart Club Band", até a estarrecedora "A Day in the Life". Um disco que deve ser escutado na íntegra, por favor.
Abbey Road (The Beatles) - 1969
Mais Beatles! Último álbum gravado pela maior banda de todos os tempos... como uma banda consegue gravar um álbum desse nível com os seus integrantes se odiando?? Não sei, o fato é que Abbey Road, apesar de menos experimental, tem uma sequência no lado B com todas as músicas emendadas que me arrepia, vários clássicos que gosto muito e a capa de disco mais emblemática de todos os tempos na minha opinião.
Construção (Chico Buarque) - 1971
O primeiro disco brazuca da lista... Revolucionou a carreira de Chico Buarque e da música nacional. Impecável. A sequência de "Deus lhe pague" até "Construção" é uma das minhas favoritas e sem dúvida a melhor dos discos nacionais. Chico deixou definitivamente de ser um "bom moço".
Transa (Caetano Veloso) - 1972
O melhor do Caetano. Feito no exílio, neste disco encontramos de maneira muito clara os objetivos musicais tropicalistas... músicas genuinamente brasileiras passando pelo filtro do rock... rocks executados de maneira instigante, com uma percussão impecável... difícil explicar... álbum-referência até hoje e eu adoro.
The Dark Side of the Moon ( Pink Floyd) - 1973
Segunda capa de disco mais emblemática na minha opinião, nesse disco o Pink Floyd atinge seu ápice... o quarteto se apresenta de forma tão amadurecida que nenhum instrumento se destaca mais que o outro, é tudo muito coeso, clássicos e mais clássicos. Outro disco que deve ser escutado na íntegra, por favor.
obs.: por favor, vejam e escutem sincronizados "O Mágico de Oz" e o disco mencionado. Assustador.
Secos & Molhados (Secos & Molhados) - 1973
Outra capa genial, a mais emblemática dos discos nacionais na minha opinião. Primeiro disco da banda liderada por Ney Matogrosso, genial em cada detalhe, seja musical (desfile de ótimos rocks/blues/música folclórica, tudo bem diferente do que tinha sido feito por aqui) ou em suas letras ( "Sangue Latino" é capaz de me arrepiar cada vez que escuto; poesias musicadas como "Rosa de Hiroshima" de Vinícius de Moraes, essa fantástica). Indispensável.
Loki? (Arnaldo Baptista) - 1974
Esse disco prova que loucura e genialidade andam de mãos dadas. Arnaldo nunca bateu muito bem... ainda bem! Graças a isso fomos presenteados com umas das mais fantásticas bandas de rock da história e a melhor do Brasil, Mutantes, e com um dos discos mais instigantes que já ouvi - angústia, melancolia, loucura, tudo junto, urgente, impactante, único.
Tábua de Esmeralda (Jorge Ben) - 1974
Aqui, Jorge Ben encontrou seu som. O seu primeiro disco é maravilhoso, mas é em Tábua de Esmeralda que tudo ganha peso, malemolência, suingue. Do início ao fim. Jorge Ben é rei.
Physical Graffiti (Led Zeppelin) - 1975
Nas listas colocam outros discos do Led na frente. Mas amo esse disco (valeu senhor M!). Duplo mas está longe de ser cansativo; não possuí nenhum dos grandes clássicos da banda mas tem um punhado de rocks maravilhosos. Gosto muito.
Cartola (Cartola) - 1976
Não conheço tanto de samba, mas tanto eu quanto qualquer um que tenha o mínimo de sensibilidade musical se emociona com tamanha beleza poética e melódica. Tudo conduzido pela voz mansa do nosso querido Angenor, o Cartola. O disco de 1974 é tão bonito quanto, mas esse tem suas canções supremas, "O Mundo é um Moinho" e "As Rosas não Falam". Difícil segurar o pranto.
Rocket to Russia (The Ramones) - 1977
Descobrir os Ramones foi um divisor de águas na minha vida musical. Tirando Pink Floyd, não conhecia muita coisa da década de setenta nem bandas punk. Amor a primeira audição. Nesse segundo disco da banda não há perda de força, pegada, velocidade... pelo contrário! Um desfile de hinos punks! Hey Ho Let's Go!
Óros (Fagner) - 1977
Um disco pouco ou nunca mencionado em qualquer lista de discos nacionais. Heresia. Se eu não me engano, terceiro disco do meu amigo Fagner. Essencial. Uma musicalidade psicodélica-folclórica cheia de melancolia. Ponto altíssimo da ótima primeira fase do compositor cearence. Falta reconhecimento para esse maravilhoso álbum.
A Peleja do Diabo com o Dono do Céu (Zé Ramalho) - 1980
Outro disco de importância pouco reconhecida. Capa maravilhosa com José Mojica encarnando o seu personagem Zé do Caixão, Hélio Oiticica e o próprio Zé Ramalho. Guitarras modernizam de forma arrebatadora as canções do sertão e a literatura de cordel. Disco de arrepiar cada fio de cabelo.
Cabeça Dinossauro (Titãs) - 1986
Outra capa interessante. Esboço do Da Vinci ("A expressão de um homem urrando"). Nada mais propício. O disco mais pesado em todos os sentido da banda paulista. Porrada atrás de porrada. Golpes baixíssimos nos mais diferentes setores da sociedade ou costumes dessa. "Polícia", "Bichos Escrotos", "Homem Primata", e outras nem tão conhecidas mas tão ferozes quanto como "Igreja" e "Porrada". É uma pena que eles já não sejam os mesmos.
Nevermind (Nirvana) - 1991
Trilha da minha e de muitas outras adolescências. Canções carregadas de força, raiva, revolta, distorções como nunca antes. A voz inconfundível de Kurt coroa o impressionante álbum. Mais uma capa emblemática. Disco imprescindível, só clássicos!
Da Lama ao Caos (Chico Science & Nação Zumbi) - 1994
Revolucionou a música brasileira. Science e companhia chegaram destruindo todos os conceitos musicais com o movimento Manguebit. Disco simplesmente fantástico - pernanbuco, eletrônico, rock, frevo, mangue, revolta social através da música. Audição obrigatória.
Ventura (Los Hermanos) - 2003
A outra revolução na música brasileira foi feita pelos barbudos dos Los Hermanos. O ápice, na minha opinião, foi com o Ventura. Amadurecimento nas composições e músicas, Amarante e Camelo impecáveis... "Bloco do Eu Sozinho" é ótimo mas fico com o Ventura.
Franz Ferdinand (Franz Ferdinand) - 2004
Um som repleto de referências (Beatles, anos 80 além do indie rock e seus elementos mais dançantes). Faixa de abertura (Jacqueline) de tirar o fôlego. "Take me out", "This Fire", "Michael" seguram a pegada do disco. O melhor da década. Fácil.
Uhuuu! (Cidadão Instigado) - 2009
Já falei muito desse disco por aqui. Ninguém leu e acho que nem vale a pena mesmo. Escutem, se surpreendam e depois conversem comigo.
p.s.: Catatau é gênio.
Acho que a lista representou bem meu atual momento, voltado muito mais para a música nacional. Valeu!
Notas sobre o Oscar
Alguém ainda realmente se importa com o oscar?
Claro que sim.Até os que dizem que não ligam,ou que odeiam,comemoram quando algum filme ou ator que gostam,vence a estatueta,ao mesmo que se incomodam quando algum que odeia,vence.Eu estou próximo de entrar em uma posição de apatia perante a premiação.
Isso aconteceu,de uma certa forma,no ano passado,quando 5 filmes muito frágeis(2 menos) eram indicados,e um dos piores filmes da década,acabou levando.Realmente me irritei ali.Mas não inclui só isso.
Volto no tempo e lembro que nunca entendi porque as pessoas reclamavam TANTO da cerimônia.Sempre achei legalzinha,nada de tão mala da forma como condenam.Hoje,mesmo que a minha idéia não tenha mudado muito,percebo que só assisto ao oscar pela tv,se tiver algo mais para ver no pc.Esse ano,por exemplo,vi na TNT,comentado no cinema em cena e conversando com pessoas numa comunidade do orkut.Só a cerimônia é impossível.
E aí vem a questão.O problema não ta só na cerimônia,está na premiação também,que na verdade nunca foi levada a sério por quem se leva a sério.
Nos 10 anos em que assisto,sempre torci pra cada favorito meu em cada categoria.Esse ano,mesmo achando que o filme do Tarantino e dos Coens era melhor DISPARADO em relação aos outros,simplesmente não liguei por eles não terem ganho nada.Na verdade fico até com a sensação que torci pros piores em cada categoria,para no dia seguinte o oscar ser ridicularizado.Acabo tendo certeza que o melhor disso,é o humor involuntário,protagonizado pelos “mestres” José wilker e Rubens Ewald filho,que nos contemplam com pérolas inimagináveis,que seria até deselegante reproduzí-las.Em qualquer site de humor dá pra achar.
Finalizando,a premiação nem foi tão desastrosa assim.A previsibilidade continua,e nesse caso foi ok.Pra mim dava no mesmo Avatar ou Hurt locker ganharem.Mesmo o segundo sendo melhor.Os dois oscars de roteiro foram engraçados,dá pra ver que os caras que votam num sacam nada.E Sandra Bullock...como atriz nesse filme ela é muito bonita hahaha.
É por isso que num dá pra levar a sério!
Foto:Chris Waltz,o judeu nazista,com seu prêmio.
Continue lendo >>FACE DE UMA VERDADE

Poesia de Bruno Tadeu Lopes
Datada de 1° de abril de 2009.
"...Nada sei do que vem além do passado
Nada sei do que é capaz o amor..."
Beijo a cada face amarga que a verdade traga.
Trago a fumaça exonerada da pessoa amada.
Beijo, trago, amargo em verdades exoneradas.
Armo o doce veneno na boca engatilhada
Para celebrar o fim de uma lenda apaixonada.
Nada sei do que vem além do passado,
Nada sei do que é capaz o amor
Nessa estrada onde a única pessoa que pode saber da verdade está derrotada,
Sonhando, ao fogo que ainda queima em seu crepúsculo de dor.
No deserto de meus olhos secos afogo a solidão do futuro que não se traçou
quarta-feira, 10 de março de 2010
Revendo alguns filmes - 1 - Menina de ouro
Estou criando mais uma série de tópicos para mim, e com esse já são 4 (RRResenha, Click, Especial). Aqui irei postar algumas resenhas antigas que tenho guardadas e publicar resenhas de filmes antigos ou que já não estejam mais em circuito, espero que gostem. Ah, com isso espero me tornar o poster mais ativo do blog :P
Dirigido por Clint Eastwood, Menina de ouro é um belo drama vencedor de quatro Oscars, entre eles o de melhor filme e diretor em 2004, além de mais três indicações.
Nele, acompanhamos a história de Frankie Dunn (Eastwood), um treinador de boxe que passa por uma grande mudança em sua solitária vida, após aceitar treinar a garçonete Maggie (Hilary Swank).
O filme tem uma bela história, que fala sobre preconceito, esperança e amizade. Tudo contado de uma forma bastante empolgante e envolvente, deixando em nós aquela curiosidade do que vem a seguir, e aquela euforia para que tudo de certo. Tais fatores renderam seus Oscars de direção e filme e as indicações para edição e roteiro.
Outro dos pontos fortes do filme, é o fato de não mostrar um conto de fadas e sim a realidade, que por mais dura que possa parecer em alguns momentos, não podemos fugir dela.
Tudo isso não seria nada se não contasse também com as brilhantes atuações dos veteranos Clint Eastwood, como o sério treinador, sempre com aquele jeitão de durão, que lhe rendeu uma indicação para melhor ator; Morgan Freman, como um ex-pugilista que trabalha na academia, e acabou levando o de melhor coadjuvante; E Hilary Swank, como a jovem pugilista, sempre impressionando nas atuações, faz um belíssimo trabalho, e acabou levando a sua segunda estatueta, nada mal para quem tem 31 anos e começou a participar de grandes filmes em 99 com seu papel vencedor do Oscar por Meninos não choram.
Enfim um belo filme sobre amizade, com excelentes atuações e uma historia empolgante, deve ser assistido por todos.
terça-feira, 9 de março de 2010
Click - 2
Foto tirada em Coroa Vermelha - BA
