quarta-feira, 24 de março de 2010

EXTRA!!!!! Maluf na lista da interpol

Sei que não tem nada a ver com nosso blog, tanto que se quiserem excluir podem mandar ver, mas achei hilária essa: Maluf está na lista de procurados pela Interpol, http://www.interpol.int/public/data/wanted/notices/data/2009/08/2009_13608.asp , isso quer dizer que se ele sair do país ele será imediatamente preso!
A interpol prenderia o Maluf em qualquer um dos 188 países nos quais tem representatividade, existem portanto 7 países que poderiam ser destinos tranquilos para o nosso político mais honesto. Já existe na nternet a campanha Viaja Maluf, hahahhaha.

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terça-feira, 23 de março de 2010

Click - 5


Porto seguro

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RRResenha 12 - Um homem sério - ou - Como arrasar de todas as formas a vida de um homem


Finalmente estreou o novo trabalho dos irmãos Coen, Um homem sério, e assim consegui assistir para comentar, que diferente do Mr. M (o mestre dos segredos secretos ocultos, leia com a voz do Cid Moreira), esperei a estréia, mas isso é outro assunto.

Os Coen tem por tradição enrolar as vidas dos protagonistas. Eles sofrem um bocado e com o refinado humor negro desses diretores/roteiristas, acabamos nos divertindo com a desgraça alheia. Em “Um homem sério”, eles resolveram pegar pesado com o personagem principal, um professor judeu que começa a passar por sérios problemas, que vão desde problemas familiares até sérios problemas no emprego, mas sempre tentando manter a fé de que tudo irá se resolver. O problema é que o cara está passando por um período realmente muito ruim, tudo, exatamente tudo que acontece no filme é pra prejudicar o personagem, mesmo quando acreditamos que certo acontecimento pode vir a trazer um momento de paz, na verdade é só mais um motivo para piorar a situação. Só por isso o filme já “diverte” (é um absurdo o cara sofrendo lá e a gente rindo dele), mas quando ele resolve procurar conselhos com os rabinos, aí temos alguns dos melhores momentos do ano, e sem dúvida a melhor frase: “Não, eu não sei o que você deve fazer. E Deus não lhe deve satisfações de suas ações sobre sua vida.” (rabino falando com ele).

Além disso o filme é um verdadeiro freak show, bem ao estilo Coen. Os atores foram escolhidos a dedo, são pessoas esquisitas, com caracterizações tão estranhas quanto (o filme se passar na década de 60 também contribui para essa feiúra).

Assim como os outros trabalhos da dupla (embora não tenha assistido à todos), um filme tecnicamente muito bom, com uma boa fotografia e boa montagem, com personagens curiosos e uma verdadeira jornada de sofrimento que culmina num olho de furacão, que nos deixa sem saber se será possível que ele tenha uma vida normal novamente, só nos resta rezar por ele (enquanto não estamos rindo).

RRRR

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segunda-feira, 22 de março de 2010

RRResenha 11 - O livro de Eli - ou - o pastor samurai


Antes ela que o Denzel parecendo um mendigo

Dirigido pelos irmão Hughes, responsáveis pelo mediano “Do inferno”, “O livro de Eli” é mais um mediano filme sobre futuros pós apocalípticos. Estrelado pelo quase sempre bom Denzel Washington (que até vinha de uns trabalhos legais como Seqüestro do metrô e O plano perfeito), o filme conta a história de um homem que viaja pelos EUA devastados pela guerra e repleto de “chacais” (os bandidos como em Mad Max 2 e 3) em busca de um lugar para cumprir sua missão.

Bom, como não vou aconselhar ninguém a ver esse filme, o texto à seguir está repleto de spoilers!!!!

Bem, o filme até que tinha uma premissa legalzinha: Eli (Denzel) carrega um livro consigo, esse livro é a chave para o futuro da humanidade, já Gary Oldman é um ditador de uma cidadezinha e está a anos procurando esse livro para conseguir mais poder, até que Eli passa por sua cidade e eles irão travar um confronto pela posse do livro. Mas infelizmente não é só de premissa que se faz um filme. Na verdade o filme é tudo isso aí mesmo, e ele cumpre com o que promete, o problema é que isso é muito pouco e nada empolgante.

Comecemos pelo livro: O livro em questão poderia ser usado de diversas formas, inclusive numa opção mais interessante, sem revelar o conteúdo do livro. Seria um objeto misterioso que terminaríamos o filme sem saber que poder é esse que ele guardava, assim como a caixa em “A morte num beijo” (embora seja possível descobrir) ou a mala em “Ronin” (esse sim é um ótimo exemplo). O segredo ajuda a tornar as coisas mais interessantes, mas não eles optaram por nos revelar já no trailer (ou você não percebeu que era a Biblia?). Com essa escolha eles até tinham um bom caminho pela frente, é aceitável dizer que num mundo sem esperança a única bíblia que ainda existe pode ser usada para ajudar a reconstruir o mundo ou dominar o coração dos fracos, sim isso é muito legal, mas no filme não ficou. Esse papo de espadachim missionário não colou e ajudou a afundar a conclusão do filme, que é surpresa, e muito ruim de engolir.

As cenas de ação são o ponto forte do filme. Eli é um verdadeiro ninja, e acaba com gangues inteiras somente com um facão, além disso ele também é um ótimo atirador, derrotando um grupo de bandidos com uma pistola, e olha que ele é cego! (ih, lá se vai mais um spoiler, eu disse pra não ler!) Os diretores também tem méritos em usar a tecnologia de forma que o espectador não perceba seu uso e isso contribua para a ação da cena, dois exemplos são a cena que Solara (Mila Kunis) enforca o cara no carro, nesse momento a câmera sai do carro em movimento por uma fresta na porta e vemos a capotagem. O outro, que é um dos melhores momentos do filme é um plano sequência de um tiroteio onde a câmera se move livremente pela ação.


Voltando ao contexto do filme, tudo parece meio forçado, os personagens não são bons e a conclusão do filme é triste. Outra coisa que também me incomodou foi a fotografia, particularmente não gostei da opção cinza na cor.

Esse é simplesmente mais um fraco exemplar dos filmes apocalípticos, assim como Waterworld. Se você quer ver um bom filme de últimos dias de humanidade cuja esperança está num frágil objeto, com ótimas cenas de ação e planos sequencia geniais, fique lonje de Eli e assista “Filhos da esperança”, você será muito mais feliz seguindo meu conselho.

RR

Vale uma observação: Mais uma vez percebo problemas com o sistema de som de uma sala, algo que está se tornando muito comum no RJ. Pagamos ingressos caríssimos e não há nenhuma preocupação em manutenção no som, o som do nova América e do Norte Shopping tem andando horrível, e nesse domingo foi irritante assistir o filme com estalos a cada 30s e com variação de volume, imperdoável!

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Adesivos Geniais - 2

Dando continuidade ao tópico Adesivos Geniais criado por mim,trago para vocês criativos stickers para personalizar seu Macbook (se é que alguem aqui tem um né rs)








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Porto seguro

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domingo, 21 de março de 2010

Show Franz Ferdinand - Fundição Progresso/2010


Eu bem que avisei... quem esteve na Fundição nessa sexta comprovou o que eu tinha dito: Franz Ferdinand, a maior banda da atualidade na minha opinião, fez a Fundição tremer!


E era aniversário do Kapranos (vocalista)! Ele não poderia ter escolhido lugar melhor para comemorar!

(Foto: Mônica Imbuzeiro/Agência O Globo)

A banda entrou no palco nitidamente feliz de estar ali, e não perderam tempo: mandaram logo "Bite Hard" para levantar a Fundição que estava lotada. Depois o que vimos foi um setlist incrível onde encontram-se todas as grandes músicas dos escoceses ( eu não lembro o setlist de cabeça mas tocaram hinos de todos os 3 discos como "This Fire", "Michael", "Take Me Out", "The Fallen", "This Boy", "Outsiders", "Ulysses", "No You Girls", "Turn It On"...).


Todas as músicas empolgaram a galera mas "Take Me Out" com o pedido de "Vamos fazer barulho" do Kapranos e "This Fire" foram porradas absurdas, aquela multidão pulando e cantando como loucos, eu já nem conseguia mais pular, só admirava a cena...

No final, "Lucid Dreams", um maravilhoso delírio sonoro fechou o melhor show do ano.

Kapranos, sempre muito simpático, arriscou no português algumas vezes, ouviu a galera cantar parabéns para ele, abriu uma garrafa de champanhe para comemorar e no final ainda se jogou no meio da galera!


Outro que se destacou pela simpatia mais uma vez foi o guitarrista Nick McCarthy, dançando em todas as música, escalando as estruturas laterais do palco, subindo nas caixas de som com o Kapranos...

Aguardamos o retorno!

Como os sonolentos ficaram depois de tudo isso? Sorrisão na cara...



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