sexta-feira, 30 de abril de 2010

EPICA - Show na Fundição Progresso


Esse post chega com um pouco de atraso, mas eu não poderia deixar de escrevê-lo. O dia 11/04/2010 marcou a passagem dos holandeses do EPICA pela segunda vez no Rio de Janeiro, depois de mais de cinco anos, em sua turnê promocional do quarto CD de estúdio, Design Your Universe. E o grupo não decepcionou, tocando muito bem, fazendo a alegria dos fãs.


A apresentação foi num domingo, para um público estimado de 2.000 pessoas, o que não foi suficiente para encher a Fundição Progresso. Mesmo com a arquibancada superior fechada, ainda havia alguns espaços vazios na parte de baixo. Bola fora da produção, que poderia ter usado o Circo Voador, que tem acústica melhor e é menor, ideal para shows sem tanta visibilidade. Apesar disso, a apresentação em si beirou a perfeição, nesse quesito não há o que reclamar.

A banda de abertura, Tierra Mystica, fez um show bem curto, tocando apenas umas 6 músicas, mas agradou. O vocalista é um gordinho simpático e muito falante, com uma voz parecida com a do Bruce Dickinson, e que passou a maior parte do tempo animando a galera, pedindo para todos gritarem. A banda mostrou algumas poucas músicas, mistura de heavy metal com instrumentos folclóricos, como flautas, e tocou alguns covers, como Fear Of The Dark.

Quando o EPICA subiu ao palco, a galera vibrou bastante, como é de se esperar nas primeiras músicas. A vocalista Simone Simons é lindíssima e sua voz simplesmente maravilhosa. Os vocais guturais de Mark Jansen também são afinadíssimos, dando ainda mais peso ao som da banda. Todos os integrantes tiveram um ótimo desempenho e interagiram em algum momento com o público. Até o baterista arriscou cantar um pouco.


Resign To Surrender explodiu com suas guitarras pesadas e todos gritavam de delírio. Já nessa primeira música pudemos perceber como o novo guitarrista fez bem ao grupo, trazendo belos solos de guitarra a uma banda que carecia disso - talvez por escolha mesmo. Com isso, as músicas desse novo CD Design Your Universe soam mais completas, como irei comentar em um próximo post, trazendo uma resenha merecida para esse álbum.

Unleashed, uma excelente faixa, ficou ainda melhor ao vivo, ganhando muito destaque. Bombástica mesmo. Martyr Of The Free World, uma das minhas favoritas, também foi sensasional. Com Tides Of Time, a vocalista Simone Simons pôde mostrar o quão afinada é sua voz, com um desempenho perfeito, digno de CD. Ela também foi extremamente atenciosa com o público, nota dez para ela.

Mark Jansen, o criador do grupo, parecia bastante satisfeito e mandou muito bem. Guturais perfeitos. Quando a galera parava, ele ia lá e botava todos com as mãos para o alto. Falou bastante com o público, xingou alguns palavrões em português, conseguiu mostrar sua simpatia.

Para quem gosta de filmes, alguns trechos de Battle Of The Heroes, de Star Wars - Revenge Of The Sith, foram tocados brevemente para dar lugar a Imperial March, que todos conhecemos. Uma bela sacada. A Marcha Imperial ficou ótima e bem pesada em sua versão metal e, embora goste muito, achei meio dispensável no show, pois preferia ouvir alguma outra música da banda.

A clássica Cry For The Moon foi a música que todos cantaram. É como se fosse um hino do EPICA, essa todos conhecem. Maravilhosa ao vivo.

Algumas músicas, como Fools Of Damnation e Mother Of Light não estavam no setlist que pesquisei na internet como previsto para esse show, o que foi uma grata surpresa. De uma forma geral, o setlist foi excelente, embora eu seja suspeito para falar, pois sou fã e gosto de praticamente todas as músicas.

Kingdom Of Heaven, uma faixa épica e grandiosa, também foi tocada com perfeição. Apesar de ser muito boa, acho que deveria ter dado lugar a outras, afinal são 13 minutos de música! Senti falta de Seif Al Din e The Last Crusade, essas gostaria muito de ter ouvido ao vivo.

As músicas tocadas foram as seguintes, não lembro ao certo se nessa ordem:

Samadhi
Resign To Surrender
Sensorium
Unleashed
Martyr Of The Free World
Imperial March
Cry For The Moon
Fools Of Damnation
Mother Of Light
Tides Of Time
Obssessive Devotion
Kingdon Of Heaven
Sancta Terra
Quietus
Consign To Oblivion

Agora cabe uma crítica minha, em relação ao público: era evidente a preocupação de muitos em tirar fotos e filmar, ao invés de curtir um ótimo show. Será que é tão importante assim assistir tudo pela telinha da câmera digital? Muitos subiam nas costas dos outros, o que já acho meio sacanagem, para fotografar, e não para ver melhor o show. Ainda bem que a postura da banda foi excelente, o que fez com que a galera cantasse e vibrasse sempre que possível. O público estava animado, no entanto, acho que poderiam ter pulado mais, demonstrado mais carinho pela banda ali presente.

Foi uma ótima apresentação. Mesmo sendo muito fã, não posso dizer que estava num nível marcante como Iron Maiden ou Nightwish, mas certamente valeu a pena, a banda estava ótima, técnica perfeita, num show animado e divertido.

Espero que eles passem por aqui de novo quando lançarem um próximo CD.

Nós com o vocalista do Tierra Mystica

Para os que não conhecem o EPICA e tem interesse, fica aqui meu convite para que procurem por algumas músicas. Não irão se decepcionar. Agrada tanto os que curtem um heavy metal mais pesado, quanto os que gostam de metal mais sinfônico e melódico.

Aguardem por um próximo post com a resenha do álbum Design Your Universe.

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terça-feira, 27 de abril de 2010

Tributo John Williams

Eu sei que esse cara foi motivo para a maior discussão da história desse blog, mas não tenho a mínima intenção de colocar mais lenha na fogueira. É só pra informar que de 21 a 23 de maio vai rolar um tributo ao camarada lá no Theatro Municipal. Pô, não vou perder de jeito nenhum a oportunidade de escutar ao vivo no Theatro Municipal o tema de "Indiana Jones", "Jurassic Park", "Tubarão"...

E pra quem tem interesse não somente no evento mencionado, o preço da temporada 2010 da Orquestra Sinfônica Brasileira não está tão salgado, ainda mais que estudante paga meia. Com míseros R$40 você assiste a temporada toda (talvez não no melhor lugar... hehe)! Esse ano vi que vai rolar coisas bem legais além do Tributo John Williams, só conferir aqui.

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domingo, 25 de abril de 2010

RRResenha 17 - Alice no país das maravilhas


Tim Burton está entre meus diretores favoritos. Seus filmes sempre repletos de personagens bizarros, um humor algumas vezes meio mórbido, roteiros repletos de excentricidades e um visual prá lá de obscuro quase sempre rendem filmes muito interessantes e que se destacam das mesmices que vemos todos os dias. Todos esses detalhes são não seriam nada sem grandes atores, mas por sorte (na verdade sorte nossa) Burton conta com a contribuição de Johnny Depp, um dos melhores atores da atualidade, numa parceria que já rendeu nada menos que sete filmes, incluindo aí dois filmes geniais (Edward e Ed Wood).

Quando anunciaram que Burton tinha sido contratado para fazer sua versão de Alice no país das Maravilhas, com Depp como chapeleiro louco, e tudo isso em 3D, eu fiquei extremamente empolgado. Alice é uma história insana e psicodélica, onde nada além da loucura está presente ao longo da história, e nada melhor que um diretor conhecido por sua visão excêntrica do mundo e de um ator especialista em papeis bizarros para trazer as telas uma nova verão do clássico, tinha tudo para ser o filme do ano. Mas não foi bem assim.

O filme é na verdade uma espécie de continuação da história, passada 13 anos depois de Alice ter visitado o país das Maravilhas. Agora tudo está em ruínas devido à tirania da Rainha Vermelha, e somente Alice pode tentar consertar as coisas.

O filme tem um visual incrível, bem Burtoniuano, com personagens, cenários figurinos e cores prá lá de extravagantes, o que é perfeito para o material que ele tem em mãos, e eu em 3D ficou bem interessante.

As atuação também são boas, tanto por parte do elenco “real”, com Depp bem como sempre (embora na versão dublada seja duro de aturar), a Rainha Vermelha, interpretada pela esposa de Burton, Helena Carter também está ótima, e a jovem Mia Wasikowska dá a força necessária para a crescida Alice, mas como sempre elenco não é um problema. Já o elenco digital consegue até superar o normal, temos o ótimo Gato que rouba algumas cenas e particularmente gostei muito dos coelhos, principalmente o louco.

Tudo ia bem, mas o que torna o filme um grande diferencial do original torna-o também um filme abaixo do esperado. A verdade é que a história de Alice é simplesmente uma sucessão de eventos onde Alice encontra personagens completamente insanos e passa por situação igualmente sem sentido, não existe uma verdadeira história por trás disso, e foi o que Burton tentou mudar. Ele tentou criar um real objetivo para os personagens e uma linha de ação a ser seguida, um real propósito para Alice estar lá e uma ordem linear e “lógica” para o enredo. Isso pra mim foi um grande atrativo, pois acho a história original um pouco sem graça, devido a sua total falta de sentido, mas infelizmente o caminho tomado por Burton acabou por deixar o filme com uma cara de Nárnia, o que com certeza influiu negativamente em minha avaliação.

Na verdade o filme diverte, e não é uma perda total, tornando-se uma boa aventura para a família, com um visual muito legal e uma boa dose de humor, mas está longe de atingir todo o potencial que eu acreditava que poderia ter alcançado, embora eu me pergunte se realmente alguém conseguiria extrair alguma coisa mais concreta daquele material sem pé nem cabeça do que Burton. Infelizmente esperava mais.

RRR

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RRResenha 16 - A Estrada


Depois do fraco “O livro de Eli”, chega aos cinemas mais um filme passado em um mundo pós apocalíptico, e embora ele possua muitos pontos positivos, o filme não consegue ser mais do que mediano.

No filme, Viggo Mortisen, o Aragorn da trilogia do anel (nossa como ele ta velho!!!) parte numa jornada em busca de melhores condições para criar seu filho em meio a um mundo devastado e sem muitas chances de sobrevivência.

A primeira coisa que chama a atenção nesse filme é o visual. O filme tem uma excelente direção de arte, fazendo com que os cenários realmente pareçam ter perecido após anos de falta de manutenção e saques. Os figurinos também são ótimos, todos parecem na verdade mendigos de Nova York, esqueça aqueles visuais meio punks ou com roupas customizadas, aqui é casacão sujo, meia encardida e sapato furado mesmo (tem até carrinho de supermercado), o que confere um dos visuais mais verossímeis que já vi em um filme desse tipo. Tudo isso ainda leva um banho de cinza devido a fotografia extremamente sem cor do filme, deixando realmente um visual de total falta de esperança.

Depois dos quesitos estéticos, vamos ao roteiro. Diferente da maioria dos filmes desse estilo que primam pelo terror (Extermínio) ou ação (Eu sou a lenda, Mad Max 2), este filme traz um elemento pouco tradicional: o drama. Todas as inquietações do personagem que tenta manter a dignidade de sua existência, e principalmente a de seu filho, que para ele é uma dádiva divina, nos atormentam tanto quanto ele. A todo momento vemos seu sofrimento em busca de comida e fugindo de outros sobreviventes, ou então assistimos a mais um doloroso flashback sobre os primeiros anos pós apocalipse. Infelizmente todos esses elementos acabam se tornando repetitivos e cansativos, culminando com um final muito fraco que não combina com o restante do filme.

Uma outra coisa legal foi trabalhar bem a questão da falta de alimento, um elemento que não é utilizado com tanta freqüência, aqui as pessoas tornan se canibais, o que proporciona algumas cenas bem interessantes.

Mesmo com todos esses elementos o filme peca justamente em ficar só nisso. A ação e o suspense são pontuais, deixando o filme muito lento, e em contrapartida a parte dos conflitos psicológicos não é trabalhada suficientemente bem para segurar os longos momentos de lentidão. Com esses aspectos negativos o filme que poderia ser um bom exemplar do gênero acaba se tornando mais um, mas mesmo assim vale ser conferido.

RRR

Obs: Num ponto o filme tem mérito, me fez pensar no que move uma pessoa que encontra-se nessa situação, num mundo realmente perdido, onde não há mais nada, literalmente, a não ser o mais básico instinto de sobrevivência, o que faria alguém continuar tentando viver, ainda mais de uma maneira o mais próxima da humanidade possível, realmente não vejo um motivo, nem mesmo a simples vontade de estar vivo.

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sábado, 24 de abril de 2010

Design sinistro

Bom... nao poderia deixar de compartilhar isso com vocês
O designer Jacques Penses criou um material para o design corporativo de um canal de televisão especializado em filmes de terror na europa, o 13th Street.
O material interage com o uso da papelaria que vai desde envelopes
a folhas de fichário macabras.
Muito divertido, muito criativo, mas é demais pro meu estômago
Deixo para vocês, fãns desse genero, desfrutarem do resultado.









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sexta-feira, 23 de abril de 2010

RRResenha - 16 - Mary e Max


Ano passado eu assisti ao curta Harvie Krumpet, um interessante filme que narra a simplória mas estranha vida do personagem que dá nome ao filme. Semana passada fui conferir Mary e Max, o longa dirigido por Adam Elliot, o mesmo de Harvie, e foi bastante interessante.

Primeiramente, no Brasil existe uma total falta de conhecimento dos funcionários dos cinemas a respeito do que está passando e também uma total falta de noção das pessoas ao achar que todas as animações são para crianças. Resultado: todos os pais que levaram seus filhinhos para assistir ao filme saíram antes da metade. Mas acabaram perdendo um filmão.

O filme narra a história de Mary, uma menina australiana que não possui nenhum amigo e resolve mandar uma carta aleatoriamente para os EUA, quem recebe é Max, um homem com problemas mentais que mora em Nova York, e é dessa estranha ação que surge uma grande amizade.

Como seu curta, alguns pontos estão presentes em seu filme, e são justamente esses pontos que tornam o filme tão interessante. Primeiramente o filme é quase todo narrado, somente em alguns momentos os personagens tem suas vozes ouvidas, mas em geral essas vozes são seus pensamentos, esse elemento narrativo deixa o filme como uma espécie de documentário sobre as singularidades da vida humana. Outro dos bons aspectos do filme é a estranheza dos personagens, eles tem vidas comuns, mas muito estranhas, vários fatos e situações bizarras acontecem mas no geral elas são até aceitáveis. O humor do filme vem justamente desses eventos bizarros, levando nos a rir principalmente do sofrimento dos personagens. Temas como alcoolismo, doenças mentais, homossexualismo, morte e etc são usados para a composição desse estranho cenário de humor negro.

Ainda há um ponto a destacar, a estética dos bonecos por si só é bem interessante e cômica, só de olhar para alguns deles já começamos a achar graça. O diretor usa com habilidade também a paleta de cores, mostrando a Austrália como um pais quente e alaranjado e Nova York como cinza e sem e fria. Com isso ele acrescenta aos poucos um pouco de cor à vida de Max, para mostrar como é importante a amizade com Mary.

Um ótimo filme, que irá brigar na minha lista de fim de ano, imperdível. Ah, vale conferir o curta, tem no youtube com legendas, divirta-se.


RRRR

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RRResenha - 15 - especial de abril

Oi, depois de uma pausa por falta de tempo estou de volta, como deixei muita coisa pendente, estarei escrevendo logo um especial com rápidas considerações sobre as últimas estréias.

Dupla implacável


John Travolta mostra mais uma vez que é um bom ator para filmes de ação. Repetindo sua dose de insanidade presente em “A outra face”, e mais uma vez com um visual pra lá de excêntrico como em “Seqüestro do metrô 123”, Travolta carrega o filme nas costas como um agente pouco ortodoxo que viaja para paris a fim de desmantelar uma célula terrorista. O filme conta com alguns toques de humor e cenas de ação muito boas, mas o roteiro é muito ruim, isso por que o filme não tem nexo e a estrutura do enredo é cheia de falhas e incoerências, pra piorar também temos o outro integrante da “dupla implacável”, o ator Jonathan Rhys, que é muito fraquinho. Apesar de todos os problemas o filme diverte, lógico que só por causa de Travolta, e acaba não sendo tão ruim se você não se preocupar em achar uma lógica na história. O mais curioso é o título, o original é horrível “From Paris with Love”, e o nacional não tem nexo já que o outro cara é um mané.

RRR

Uma noite fora de série
(esse braço não está desproporcional?)

O que esperar de Tina Fey e Steve Carell, os dois queridinhos da comédia juntos como um casal em busca de reacender o casamento, provavelmente um filme muito bom, mas não é bem por aí. Pra começar o filme é dirigido pelo fraco Shawn Levy, responsável por “Uma noite no museu”, sua interferência mais direta está na escolha de filmar com câmera digital, o que deixou a fotografia muito feia, em alguns momentos, principalmente nos de ação, a imagem fica horrível.

Mesmo contando com uma ótima dupla, o filme peca em não aproveitar o potencial dos dois, utilizando de um conceito já conhecido e de piadas já batidas. Particularmente ri somente em duas ou três cenas, e não foi nada que me deixasse com a barriga doendo. Um filme que poderia ter sido bem interessante mas acabou sendo mais um, como não foi uma perda total leva uma conceituação mediana.

RRR

Caso 39

Confesso que quando ví o trailler desse filme não dei nada por ele, fui assistir esperando mais uma porcaria como a maioria dos filmes de terror atuais, mas até que gostei do filme. No filme, Renée Zellweger interpreta uma assistente social que fica encarregada do caso de uma garotinha que supostamente é maltratada pelos pais, em decorrência disso ela acaba assumindo provisoriamente a guarda da criança. Atualmente os traillers tem sido muito longos, entregando muito do filme, as vezes tudo, e esse é mais um caso, se a prévia não tivesse sido tão longa o filme teria sido muito mais interessante, mas mesmo assim ele ainda valeu ser assistido.
A trama tem uma boa fluidez, vai ganhando força aos poucos e te mantém em dúvida do que está acontecendo, infelizmente essas dúvidas seriam maiores sem o trailler. No geral a historia é boa, as cenas não chegam a dar medo em si, mas tirando uns 3 sustos por ruídos, coisas que em filmes desse gênero normalmente são utilizados umas 10 vezes mais, até que é possível ficar com um certo receio dos acontecimentos. A cena da vespa por exemplo é bem angustiante.

As atuações também ajudam, Renée está bem e convence no papel, embora esteja extremamente assustadora, em alguns momentos seu rosto se deforma demais, seja por um choro ou simplesmente por um sorriso, dá lhe botox!!!! A obscura Jodelle Ferland, a garotinha de Silent Hill consegue se passar por uma menina de 12 anos mesmo tendo 16 e convence em mais um filme de terror.

Com um bom roteiro e uma boa fluidez esse filme foi um dos mais interessantes do gênero nos últimos meses, vale à pena.

RRR

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