Apesar da concorrência, a Pixar tem provado em seus últimos trabalhos o por quê de ser a melhor produtora de filmes de animação. Toy Story 3mantém o nível de excelência encontrado nas suas últimas produções, os magníficos Wall-e e Up - Altas Aventuras (este último, para mim, é o melhor trabalho da Pixar e a melhor animação em CGI já feita).
Toy Story 3 é o melhor da série, e digo isso tendo claro em minha o quanto os capítulos anteriores são muito bons. Fica evidente aqui o carinho que os criadores da série têm para com seus personagens. Desde os primeiros momentos criamos grande simpatia com aquelas figuras, identificando ali pessoas que poderiam ser amigos de qualquer um de nós.
A história trata do amadurecimento do menino Andy, o dono dos brinquedos, e, naturalmente, o fato deles terem sido deixados de lado. Um dos pontos que achei importante para manter nosso interesse na narrativa é não saber qual vai ser o fim de nossos amigos, e as situações propostas por eles, como ficar guardado num saco ou numa caixa, ser doado, ou acabar indo para o lixo, são todas igualmente tristes para os que outrora foram os heróis do Andy. O desenrolar do filme segue o esquema dos predecessores, mostrando bastante aventura e a peregrinação dos brinquedos pela cidade.
Ao término da narrativa, assim como Andy, somos obrigados a nos despedir de Woody, Buzz, e dos demais brinquedos, o que é muito comovente, encerrando o filme, e a trilogia, de forma bastante satisfatória. Com certeza não haverá um Toy Story 4, pois este aqui fecha a história com chave de ouro.
Noite de peso no Circo: na abertura, Tulipa Ruiz, lançou recentemente o disco "Efêmera", até agora o melhor do ano fácil; depois, Otto, que lançou ano passado o ótimo disco "Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranquilos". Já falei dos dois discos por aqui e aqui.
Tulipa Ruiz
Para minha alegria, a lona do Circo já estava bem cheia para o show da garota. E que show. Na primeira vez dela fora da SP, logo no palco histórico do Circo, ela não se intimidou. Na companhia da sua banda espetacular (Duani na batera, Márcio Arantes no baixo, San Juan na percussão, e nas guitarras o maninho Gustavo Ruiz e o pai Luiz Chagas), Tulipa apresentou um show muito intenso, sem pontos baixos, onde sua voz impressionante, capaz de agudos fortes aqui, capaz de nos amansar acolá, nos deixa boquiabertos do início ao fim da apresentação. Ora eu me pegava com o queixo no chão, ora eu estava com um sorriso largo e espontâneo. O setlist teve como base o disco dela tocado na íntegra e mais duas outras músicas: uma aparentemente dela, mas que não estava no disco e a outra, para eu quase cair estatelado no chão do Circo Voador, "Da maior importância" do disco "Qualquer Coisa" do gênio Caetano Veloso. Ruiz interpretou de forma sublime a canção de Cae. Não tenho maior gabarito pra falar mais. Tem um reportagem sobre um show no final de maio em sampa que ratifica de forma mais clara e técnica o que tentei falar.
Voltarei a falar da Ruiz em breve. Essa garota tá merecendo uma postagem de maior fôlego, a altura do seu enorme talento.
Otto
Agora a lona estava lotada para o show do Otto e seu convidado especial, Fernando Catatau na guitarra ( Cidadão Instigado). E o pernambucano soltou sua voz rasgada para apresentar seus sons antigos e, claro, as novas músicas do aclamado disco lançado ano passado. O cara estava muito "solto", dançando, rebolando, tirando a camisa, se molhando a todo momento, se misturando ao público em dois momentos do show... Me decepcionei com a execução de "Meu Mundo" quando achei Otto muito "fora de si", deixando a música um tanto confusa. Em compensação foi arrepiante escutar o Otto cantar com vigor "Filha" na abertura do show ("Aqui é festa amor/ E há tristeza em minha vida / Jurei pro amor um dia te encontrar"), "Crua", e "6 Minutos". "6 Minutos" é épica. E escutar ao vivo com o seu criador a poucos metros, ali, no meio da galera, cantando com força, sem pudor, inserindo na letra o nome de quem provocou toda aquela dor (Alessandra Negrini, se separou de Otto depois de sete anos casados - "E você me falou/ De uma casa pequena/ Com uma varanda/ Chamando a "Negrini" pra jantar" - mais tarde ele inseri o nome de sua filha com Negrini, Betina - "... Chamando a Betina pra jantar")... Quem já passou por isso acho que entende a força dos versos dessa música ("Isso é pra morrer/ 6 minutos/ Acabam a eternidade/ Isso é pra viver/ Momentos únicos/ Bem junto na cama de um quarto de hotel")...
Só pra fechar: que alegria assitir Catatau ao vivo. Não é por acaso aclamado com um dos maiores guitarristas do atual cenário.
Uma compilação de leituras e conhecimentos. Fontes ao final da postagem.
Desde dezembro passado fiquei maravilhado com as propagandas da linha Natura Tododia Verão e vinha querendo postar sobre aqui no Sono Súbito, coisa que não aconteceu. Neste dia 21 de junho começou o inverno aqui no Brasil e a natura lançou seus novos produtos para a estação seguindo a linha Tododia Inverno. Na linha Verão a propaganda vinha com um texto em forma de poesia concreta de Arnaldo Antunes, já na linha Inverno a narração segue a métrica de poesia que marcou as campanhas anteriores e as imagens são embaladas por uma releitura (puro rock’n roll) do trecho Inverno, das Quatro Estações de Vivaldi. Caramba, eu adoro Arnaldo Antunes, adoro Antonio Vivaldi e adoro esses comerciais. E agora vou compartilhar com vocês tanto a postagem do Verão quanto a do Inverno, passando por Arnaldo Antunes até Antonio Vivaldi.
Natura Tododia Verão O comercial remete ao cotidiano rotineiro de se sentir bem ao se cuidar. Ali se notava o Bem Estar Bem sugerido no slogan da Natura. Entre os elementos que compõe o filme, a sonoridade do texto criado por Arnaldo Antunes(Arnaldo Augusto Nora Antunes Filho, 1960, poeta, escritor e compositor brasileiro)é singular. A função poética clara do texto em forma de poesia concreta, que escorre pela tela e forma as sugestões de o que pode ser a tal rotina sugerida pela Natura, tornando mais concreto que a própria fantasia, o conceito de Dionisíaco desta análise. . Dessa forma, todo inicio é precedido por uma escolha, todo espelho remete a uma lembrança de tempos que passaram, toda dança é liberdade de expressão como o rock e assim segue, onde toda sensação de bem estar Natura, e uma quer estar ligado a outra numa subjetividade escondida em nosso próprio entendimento. Ainda que surreal demais, não se pode limitar os sinais midiáticos a irrelevância de compreensão, uma vez que uma chuva de letras transcorre ao frescor sugerido, ao prazer do bem estar. É surreal justamente acreditar nessa chuva de palavras e, através disso, fixar o conceito de uma marca, e remeter o receptor desta mensagem a este frescor, a esta sensação de bem estar que um banho nos proporciona. Nosso universo particular vale mais que palavras na imagem do espelho. “A rotina do espelho é o oposto” é a primeira frase sem texto na tela, apenas narrada. Sentir-se bem, é sentir-se como a modelo, que se olha no espelho e percebe uma beleza enaltecida pelo momento, ainda que se trate apenas de uma rotina, como sugere a propaganda. “A rotina da pele é o arrepio” Com certeza a frase que mais chama atenção no comercial. A imagem remete, no ato, a sensação que todos já experimentamos. Sua simples exposição nos remete ao fenômeno que a pele proporciona, por vezes num simples declínio de temperatura, e que aqui tem justamente essa função, nos levar ao momento pós- banho, de conforto e de liberdade. A palavra desejo é, de certa forma, o pecado em forma de som. Sentir-se bem é sentir-se desejado, é desejar com propriedade de quem pode e consegue, é querer, é conseguir... Desejar é sublime, é imortal. A alegria nas curvas de um gesto mexe com a libido e transposta às pessoas para outro local que não um banheiro, mas sim o que o espera após essa rotina. “Toda rotina tem sua beleza” O slogan que concretiza pensamentos de 30 segundos. A idéia era mostrar que um simples banho pode ser especial se assim você o ver, o sentir, o aproveitar.
A alegria é a rotina do verãoA ousadia é a rotina da invençãoA brisa é a rotina da caríciaA rotina da água é a delíciaO encontro é a rotina da esquinaA rotina dos olhos é a meninaA sensação é a rotina do calorA rotina do corpo é o frescorA rima é a rotina da poesiaA rotina da folga é o meio-diaA liberdade é a rotina de serA rotina dos sentidos é o prazer
A idéia é a rotina do papelO céu é a rotina do edifícioO início é a rotina do finalA escolha é a rotina do gostoA rotina do espelho é o opostoA rotina do jornal é o fatoA celebridade é a rotina do boatoA rotina da mão é o toqueA rotina da garganta é rockO coração é rotina da batidaA rotina do equilíbrio é a medidaO vento é a rotina do assobioA rotina da pele é o arrepioA rotina do perfume é a lembrançaO pé é a rotina da dançaJulieta é a rotina do queijoA rotina da boca é o desejoA rotina do caminho é a direçãoA rotina do destino é a certezaToda rotina tem sua beleza
Agência: Taterka Comunicações S/A Trilha Sonora: Banda Sonora Texto: Arnaldo Antunes Locutor: Paulo Leite
Natura Tododia Inverno Transformar a rotina dos dias frios, incluindo rituais de hidratação e bem-estar durante e após o banho. É com esse mote que a campanha da linha Tododia Inverno, da Natura, estreou com um filme de 30” no intervalo do Fantástico. Criada pela Taterka, a comunicação que tem como título “Vire a rotina do inverno do avesso” revela que essa estação também pode ser agradável para cuidar da pele. “Descubra a poesia na sua rotina”, “toda a comunicação da linha imprime um novo significado para a palavra rotina”, afirma Eduardo Simon, Sócio e Diretor de Atendimento da Taterka. A comunicação publicitária assinada pela Taterka traz filme com uma releitura do trecho Inverno, das Quatro Estações de Vivaldi, além de anúncios de mídia impressa. As peças serão veiculadas nas regiões Sul, Sudeste e no Distrito Federal. A campanha também estará em canais de TV paga.
Não se cubra, descubraNão embace, desembaraceNão encolha, se atireNão se feche, arrepieNão gele, incendeieNão amarele, avermelheNão trema, estremeça
Agência: Taterka Comunicações S.A. Direção de Criação: Marcelo Lucato Diretor: Rodrigo Lewcovickz Fotógrafo: Marcelo Durst Montagem: Wilson Fernandes Finalização: TVC - Ricardo Nimtz/Thiago Siebra Trilha Sonora: Banda Sonora Produção: Equipe Banda Sonora
Antonio Lucio Vivaldi (1678-1741)Le quattro Stagioni
Le quattro Stagioni, L'inverno (Allegro non molto), Op. 8-4 in F minor RV 297
A principal característica da obra de Antonio Vivaldi é a sua própria personalidade: uma agitação, um furor, uma ânsia de compor raramente igualada em toda a história da música. Sua obra-prima, certamente, é Le quattro stagioni (As quatro estações), composta por quatro concertos, cada um representando uma temporada. Cada um é feito em três movimentos, com um movimento lento entre dois rápidos. Foi publicada em Amsterdã em 1725, fazendo parte e abrindo uma série de 12 concertos, intitulados Il Cimento dell'Armonia e dell'Invenzione (O diálogo entre a harmonia e a criatividade). Nessa série, se acentua a tendência ao sentido pitoresco que resulta na tentativa de se expressar, musicalmente, fenômenos da natureza ou sentimentos, como a primavera, o verão, o outono e o inverno retratados em As quatro estações. Um testamento do admirável teor de técnica intelectual e fantasia criativa de Vivaldi. Ele teve a precaução de prefaciar cada peça com um soneto descrevendo cada estação, e depois marcou os momentos apropriados correspondendo às palavras em cada concerto. O canto dos pássaros é descrito por alegres trinadinhos, o tremulo do violino marcando a aproximação do trovão, pizzicati descrevendo as gotas de chuva caindo. “As Quatro Estações” é, acima de tudo, a celebração das múltiplas impressões de cada indivíduo ou coletivas das mudanças de estações, inspirando a evocação do universo inteiro de emoções associadas a elas e às transições climáticas e ontológicas envolvidas. Na peça O Inverno, ele representa o rigoroso inverno do norte da Itália. Vivaldi estava bastante consciente de sua inspiração e procurou descrever em música, o que ele pensava ser o frio arrepio na madrugada escura de um vento cruel. Descreve primeiro o frio e o batear de dentes, depois momentos calmos junto ao fogo e, enfim, a alegria temerária de deslizar no gelo quebradiço e ouvir o assobio dos ventos invernais.
L'inverno
Aggiacciato tremar trà nevi algenti Al Severo Spirar d'orrido Vento, Correr battendo i piedi ogni momento; E pel Soverchio gel batter i denti;
Passar al foco i di quieti e contenti Mentre la pioggio fuor bagna ben cento; Caminar Sopra'l giaccio, e à passo lento Per timor di cader gersene intenti;
Gir forte Sdruzziolar, cader à terra, Di nuovo ir Sopra 'l giaccio e correr forte Sin ch'il giaccio Si rompe, e Si disserra;
Sentir uscir dalle ferrate porte Sirocco, Borea, e tutti i Venti in guerra Quest'è 'l verno, mà tal, che gioja apporte.
O Inverno
Agitado tremor traz a neve argêntea; Ao rigoroso expirar do severo vento Corre-se batendo os pés a todo momento Bate-se os dentes pelo excessivo frio.
Ficar ao fogo quieto e contente Enquanto fora a chuva a tudo banha; Caminhar sobre o gelo com passo lento Pelo temor de cair neste intento.
Girar forte e escorregar e cair à terra; De novo ir sobre o gelo e correr com vigor Sem que ele se rompa ou quebre.
Sentir ao sair pela ferrada porta, Siroco, Borea e todos os ventos em guerra; Que este é o Inverno, mas tal, que [só] alegria porta.
•Concerto No. 1 in E major, "La primavera" (Spring), RV 269. •Concerto No. 2 in G minor, "L'estate" (Summer), RV 315. •Concerto No. 3 in F major, "L'autunno" (Autumn), RV 293. •Concerto No. 4 in F minor, "L'inverno" (Winter), RV 297. •Concerto No. 5 in E-flat major, "La tempesta di mare" (The Sea Storm), RV 253. •Concerto No. 6 in C major, "Il piacere" (Pleasure), RV 180. •Concerto No. 7 in D minor, RV 242. •Concerto No. 8 in G minor, RV 332. •Concerto No. 9 in D minor, RV 236. •Concerto No. 10 in B-flat major, "La caccia" (The Hunt), RV 362. •Concerto No. 11 in D major, RV 210. •Concerto No. 12 in C major, RV 178.
Concerto: Um concerto é uma composição musical caracterizada por ter um ou mais de um instrumento solista com acompanhamento de um grupo maior, sobre o qual o solista se destaca. Originalmente, era uma forma com base em três movimentos, sendo o primeiro lento, o segundo de andamento moderado e o terceiro rápido. A forma de concerto mais difundida foi estabelecida por Antonio Vivaldi. Opus: É uma expressão do latim para designar trabalho (obra). O plural é opera. Com um número, na música, geralmente numerado pela ordem de publicação da obra.
Eu nem piscava direito. Estava perplexo com a suavidade da voz da Tiê e aquela atmosfera minimalista onde a instrumentação se reduzia ao violão da garota, a guitarra do Plínio Profeta e em algumas músicas ou ela ou ele assumiam o piano.
As quatro primeiras músicas foram as quatro primeiras faixas do disco "Sweet Jardim" numa outra ordem. "Passarinho", "Dois", "Quinto Andar" e "Assinado Eu" em sequência quase me fizeram chorar...
Tiê, sempre muito simpática, dialogando sempre com o público (inclusive preoucupada em dar atenção ao pessoal da arquibancada posicionada atrás dela), sempre muito divertida contando histórias de shows passados e coisa e tal... E como foi bom saber que o segundo disco já está sendo preparado! Ela também não esqueceu de falar dos amigos Thiago Pethit e Tulipa Ruiz, que lançaram belos discos esse ano (o da Tulipa então, meu amigo...).
As outras seis músicas do único álbum dela foram executadas com muita beleza... E no final eles ainda tocaram "Se Enamora" (isso mesmo, do "Balão Mágico"... e ficou ótima) e "Ando Meio Desligado" dos Mutantes.
Tiê sempre agradecia muito ao público, música após música... Mas acho que somos nós que temos que agradecer...
A Rádio voltou! Com mais vinhetas e efeitos! Dessa vez não foi escolhido nenhum tema em especial... selecionei músicas de bandas nacionais que ando escutando no momento... E teve homenagem no final!
Escuta aí!:
O setlist foi esse:
Vanessa e o véu - Sua Mãe Modern kid - Jupiter Maçã Los chicos de ayer - Vanguart Tobogã pro inferno - Cérebro Eletrônico Modern Love - David Bowie ( É pra você, senhor M!)
Durante as falas tocamos:
Dr. Sabe Tudo - Rubinho Jacobina e a Força Bruta Pedrinho - Tulipa Ruiz Calma - Cidadão Instigado
E já que tocamos Rubinho Jacobina...
Rubinho cantando na Orquestra Imperial no último dia 11 (a essa altura já era pra lá do dia 12)
Estreando no final de semana do dia dos namorados, Plano B segue a linha dos filmes comerciais de comédia romântica já mais do que batida em holywood. Objetivando nada mais do que levar jovens casais às salas de projeção, é até natural não pegarmos tão pesado ao assistir esse tipo de filme água com açúcar, que tem como propósito divertir um pouquinho e arrancar algumas risadas. Mesmo assim, o filme em questão decepciona, infelizmente.
A trama gira em torno de Zoe, uma mulher que, cansada de procurar pelo parceiro ideal, resolve realizar o sonho de ser mãe sozinha através de uma inseminação artificial. No dia em que ela põe em prática seu plano, ela conhece Stan, um rapaz que pode ser o homem dos seus sonhos. Daqui para frente, vocês podem ter certeza que sabem tudo o que vai acontecer. Filmes assim são sempre muito parecidos.
Os protagonistas até têm algum carisma, mas a relação entre eles é dificil de engolir, artificial demais. Quanto mais o cara se aproxima e prova para a garota que quer ficar com ela, mas ela o repele. Tá, eu até aceito que existem pessoas que, por terem se frustrado muito no passado, tenham dificuldades em confiar e acreditar num relacionamento, mas da forma como acontece aqui é surreal demais, é ilógica. Além disso, o filme tem algumas cenas bem constrangedoras e é bem ofensivo para as mães solteiras.
Como estou de bom humor, vou dar duas estrelas, embora o filme seja bastante abaixo da média e nem isso mereça. Uma fica pelo cachorrinho do filme, aleijado, que eu achei bonitinho, e a outra pela beleza da Jennifer Lopez e seu corpinho sarado. É, mesmo com boa vontade, essa temporada de 2010 está dificil.
Não achei um link para download do ótimo Sweet Jardim da Tiê, mas achei esse EP que tem 4 músicas, duas não estão no disco "cheio". Quanto as que estão no Sweet, "A bailarina e o astronauta" e "Passarinho" estão com arranjos diferentes porém tão bons quanto os do disco. Convido os poucos leitores desse blog a visitarem o Estúdio Sono Súbito para a audição completa desse e de outros bons discos!
Ainda quanto a Tiê, vocês também podem dar uma passadinha nessa postagem do ano passado do La Cumbuca falando do show de divulgação do disco acima.